Leitor critica “feira livre” em pleno Centro de Petrolina

Um fato que já se tornou corriqueiro em pleno Centro de Petrolina vem incomodando alguns pedestres que circulam pela Rua das Laranjeiras, transversal com a Dom Vital.

O comércio de frutas e verduras na calçada tira a paciência dos transeuntes, que muitas vezes são obrigados a desviar pelo meio da rua. O leitor do Blog, José Eduardo de Jesus, que registrou a cena, afirma que o local mais parece atualmente com uma “feira livre”. Ele aproveita para cobrar das autoridades competentes um posicionamento sobre o assunto.

Leitor demonstra preocupação com consumo de crack na Praça Dom Malan

Não é de hoje que o consumo de crack na Praça Dom Malan, próximo à Catedral de Petrolina, em pleno Centro da cidade, vem chamando a atenção. Mas de uns tempos para cá, o cenário preocupante salta aos olhos de quem passa pela área.

É o caso do leitor Humberto Angelim, que prevê – caso nenhuma providência seja tomada – uma futura “cracolândia” no local.

“Estou muito preocupado com o que estou vendo, diariamente, na Praça da Catedral de nossa querida Petrolina. Dezenas de pessoas estão fazendo daquele local um ponto de consumo de drogas. Vi alguns com pedra de crack e outros fumando maconha, tudo isto na ‘cara’ de todo mundo. O poder público tem que tomar as devidas providências, pois corremos o risco de passarmos a ter uma cracolândia num dos principais cartões postais de nossa cidade”, descreve o leitor.

Leitor critica estrutura do trânsito de Juazeiro

Residindo há pouco tempo em Juazeiro (BA), o leitor Francisco Pereira da Rocha já conseguiu detectar o que considera “falhas” na estrutura de trânsito da cidade, e decidiu enviar seu relato ao Blog.

Confiram:

Estou morando em Juazeiro há poucos meses, mas é fácil constatar e precariedade da estrutura do órgão de trânsito da cidade.

Falta material para os agentes, tais como coletes sinalizadores, cones, placas móveis, apito, dentre outros. Mas iniciou a semana com uma aberração maior ainda, que não se trata de material e sim de gestão.

Na praça onde se situa uma agência do Banco do Brasil foram colocados novos semáforos. E são necessários, de fato. No entanto, não há placas de direção a seguir, bem como não foram pintadas as faixas de pedestres.

Ali, hoje (ontem) de manhã, tinham três agentes de trânsito e dois guardas da prefeitura para fazer o quê?

Francisco Pereira da Rocha/Leitor

Leitor lamenta vazamento e desperdício diário de água em frente a Cemitério Central de Petrolina

Aborrecido com um vazamento na tubulação de um cano exposto em frente ao Cemitério Campo das Flores, no Centro de Petrolina, o leitor Paulo Novaes clama por providências às autoridades competentes. (mais…)

Petrolândia: Inconformado com “descaso” na orla, leitor cobra providência de autoridades

Inconformado com a situação pela qual se encontra a Orla de Petrolândia (PE), no Sertão de Itaparica, o leitor Aluízio Gomes de Carvalho solta o verbo e cobra das autoridades competentes do município ações para reverter essa realidade.

Confiram:

A alguns anos atrás foi apresentado, através de um plano de governo, o projeto da Orla Fluvial de Petrolândia, pelo qual seria feita em três etapas. Só foi concluída a primeira. Daí pra cá até as manutenções e limpezas estão precárias, pois mais parece abandonada. Só em 16 e 17/07/2011 tivemos um evento chamado ‘Jet Ski – Aventuras em Petrolândia-PE’. Depois disso só resta um bar móvel, que todos os finais de semana encontra-se na orla, pra alegria de alguns banhistas.

Hoje se encontra assim: as palmeiras quase todas já estão mortas por falta de água, onde temos caminhões-pipas que poderiam molhar periodicamente não só neles. Por toda área denominada orla, temos jogados garrafas pet, copos descartáveis, litros de vidros quebrados e sacolas plásticas, onde se colocasse dois garis para uma catada uma vez por semana já ajudaria muito, pois nem os responsáveis dos quiosques, que deveriam catar ao menos nos seus arredores, não fazem isso.

Nas pistas destinadas a caminhadas e então proibida ao acesso de carros, motos e bicicletas, isso não está sendo respeitado. Os caras vêm por cima das pistas e ainda buzinam para que os pedestres saiam e liberem a sua passagem. As autoridades deveriam alinhar com a guarda municipal pra estarem sempre fazendo uma ronda e estar corrigindo essas imprudências. E também deveriam fechar o acesso no início e liberar lá, vizinho ao pontal do lago.

Aluízio Gomes de Carvalho/Leitor

Petrolinense indignado com serviço de entrega de encomendas dos Correios

O leitor do Blog, Rafael Henrique, morador do bairro Caminho do Sol, zona leste de Petrolina, enviou nota à redação, indignado com a falta de compromisso e atendimento que classificou como “ruim” dos Correios no município. Ele conta que fez uma compra pela internet e envio da mercadoria seria via Correios.

Conforme ele se informou com a distribuidora, a encomenda tinha sido enviada para Petrolina no dia 25 de abril. De posse dessa informação, o leitor foi ao centro de distribuição do órgão para saber quando receberia a compra. A partir daí, aconteceu o que vem se tornando uma rotina em relação às reclamações contra os Correios na cidade: ele teria sido mal atendido por uma funcionária do Programa ‘Jovem Aprendiz’, de nome Tais. Segundo Rafael, ela lhe atendeu de forma prepotente e disse que a mercadoria não seria entregue e que ela “não podia fazer nada”.

Diante dessa situação, o leitor desabafa. “Como pode? Eu paguei pela encomenda e não vou receber? Que Brasil é esse?”, questiona.

Leitor pede a órgãos competentes de Petrolina divulgação sobre causas de incêndios e explosões

Preocupado com os incêndios e explosões em Petrolina num intervalo de dois a três meses, o leitor Emerson Costa solicita das autoridades competentes da cidade a divulgação de informações sobre esses episódios. Segundo ele, isso serviria inclusive para a população se precaver.

Confiram:

Carlos Britto, nos últimos 2 a 3 meses, algo aconteceu fora do comum em Petrolina, mais precisamente na Avenida Sete de Setembro, três ocorrências de incêndios e explosões, fatos ocorridos em duas oficinas e um restaurante, este último ocorreu no domingo (16/04/17).

Sempre ouvimos que as ocorrências estão sendo apuradas por Corpo de Bombeiros e Policia Civil. Mas até hoje não foram divulgadas as causas. E se foram, não foram divulgados na imprensa.

Gostaria de pedir a estes órgãos se têm alguma posição sobre estes incêndios, até para a própria população fazer uma prevenção para as possíveis causas não voltarem a ocorrer.

Emerson Costa/Leitor

Petrolina sem serviço de farmácias 24 horas

Com mais de 300 mil habitantes, Petrolina se tornou há muito tempo um grande centro urbano – um dos principais de Pernambuco. No entanto, a cidade continua carecendo de serviços à altura, a exemplo de farmácias 24 horas. (mais…)

Leitor reclama de carro abandonado que pode provocar acidentes em via que dá acesso ao bairro Park Massangano

O leitor do Blog, Fábio Amorim, escreve indignado. Ele reclama de um carro queimado que encontra-se abandonado, segundo ele, desde o fim de semana, colocando em risco a vida de quem precisa transitar nas proximidades do bairro Park Massangano.
“Esse veículo que incendiou no sábado à noite, encontrar-se na pista que dá acesso ao Park Massangano. Ninguém toma uma providência. Estão esperando acontecer algum acidente para remover essa sucata do local”, desabafou Fábio.

Codevasf responde a leitor do Blog que reclamou da qualidade da água que vem abastecendo o povoado de Pedrinhas

 

Em resposta à nota do leitor do Blog, Josemir Gomes de Amorim, que reclamou de sérios problemas quanto à qualidade da água que abastece o povoado de Pedrinhas, área ribeirinha de Petrolina, a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), superintendência regional em Petrolina, informou que na agrovila da comunidade, o órgão acabou de concluir reparos no sistema.

Disse que Moreira, morador local que está responsável pela operação do sistema, está impedido de ligar o equipamento porque a presidente da Associação não quer, pois os moradores pararam de pagar a contribuição.

Ainda segundo a Codevasf, Pedrinhas só terá a água tratada quando o novo sistema operar. Enquanto for o antigo, não tem como, e o abastecimento continuará sem tratamento. O caminho conforme a Companha, é que a população procure a responsável pela associação dos moradores, pois a Codevasf cumpriu com sua obrigação.

Artigo do Leitor: E se a operação “Carne Fraca” da Polícia Federal fosse em Petrolina

O servidor público e Bacharel em Direito, Alex Sidney, leitor do Blog, aponta neste artigo, porque contesta os que defendem a reabertura do matadouro público de Petrolina. Ele faz questão de deixar claro no texto, justificando cada argumento de sua posição contrária a essa questão que vem sendo debatida na cidade já há alguns meses. Confira:

Petrolina é uma cidade encravada no sertão pernambucano, conhecida pela robustez econômica, dinamismo e pioneirismo. Contudo, como tudo na vida, tem fragilidades típicas das cidades Brasileiras, algumas correlacionadas às metrópoles, como a escalada da violência e desordenamento da ocupação urbana e outras comuns às pequenas cidades. É sobre uma dessas fragilidades que vamos nos ater nessas poucas linhas: A qualidade e origem da carne consumida na cidade.

Contrariando seu histórico de vanguardismo, por décadas a Município manteve funcionando um abatedouro público às margens do Velho Chico, sem a mínima condição de higiene, que exalava por muitos bairros da cidade um forte odor característico de carne apodrecida. Esse odor causava uma grande dúvida aos munícipes, se era produzido por um curtume ou pelo matadouro localizado na mesma região. O tempo passou, o matadouro foi fechado pelo Governo Júlio Lóssio e a questão foi resolvida: sim, àquele cheiro de carniça que torturava vários bairros vizinhos e universidades próximas eram provenientes do Matadouro mantido pelo poder público municipal.

Mas a poluição do ar não era o único problema do matadouro público, vez que as suas instalações serviam para um produtivo criadouro de urubus, moscas e outros animais não desejáveis em locais que se prestam a produzir os alimentos que consumimos. Além dessas mazelas, a vizinhança mais próxima era obrigada a conviver com os ritos macabros dos aboios dos algozes levando os animais para o abate e o grito agonizante das vítimas, que sucumbiam em um abate desumanizado. O Velho Chico, vizinho mais antigo, também reclamava do derrame em suas águas dos resíduos do abate.

Apesar dos absurdos acima narrados, a vigilância sanitária, órgão subordinado ao município, logicamente, jamais interditou o matadouro de seu patrão. A agência sempre se mostrou eficiente contra empresas privadas ou pequenos produtores de doce de leite e afins. Da mesma forma, outros órgãos de fiscalização de mostraram igualmente ineficientes em fechar o matadouro público, monumento medieval do atraso e da falta de sanidade da carne consumida em Petrolina.

Passaram-se os governos e finalmente a gestão Lóssio tomou uma medida ao mesmo tempo barata, inteligente e republicana. Fechou o matadouro e encaminhou o abate de animais para vizinha cidade de Juazeiro/BA, dotada de um frigorífico industrial com Selo de Inspeção Federal. Com uma só medida melhorou a qualidade da carne consumida na região, economizou para o município os altos custos com a manutenção do matadouro público, acabou com o conflito de interesse da vigilância sanitária municipal fiscalizar um equipamento do próprio município. Os apreciadores de carnes saudáveis, o ar, o velho chico e os vizinhos do antigo matadouro público, agradeceram.

Mas alguém reclamou. Nada é bom para todos, e um grupo de marchantes, capitaneado por alguns vereadores, fizeram dessa acertada medida palanque eleitoral e propuseram o absurdo, reabrir o matadouro público.

Quais os argumentos –  1. A carne de Petrolina não pode ser abatida em Juazeiro; 2. É mais caro abater no frigorífico certificado; 3. Pais de família ficarão sem emprego; 4. Aumentou o abate clandestino.

Pois bem, vamos analisar os argumentos:

1.        Por que a carne não pode ser abatida em Juazeiro? Melhor uma carne certificada de lá ou de um matadouro medieval de Petrolina. Ocorre que para se manter um frigorifico industrial certificado se faz necessário demanda, e se Petrolina sozinha contiver essa demanda, surgirão empresas interessadas em instalar-se em Petrolina. Enquanto isso, tirando o bairrismo fora de moda, nada impede que as cidades compartilhem os serviços, pois é melhor uma das cidades ter um aeroporto de ponta que as duas contarem com portos fluviais meia boca. Melhor um frigorifico certificado em Juazeiro que as duas cidades com matadouros medievais;

2.        De fato, é mais caro abater em um frigorífico certificado, mas acredito que ninguém em seu juízo perfeito prefira pagar alguns centavos a menos, por quilo, para ter uma carne de origem duvidosa;

3.        Os empregos como magarefe em um matadouro medieval como o de Petrolina têm que acabar, e os trabalhadores devem se reinventar na mesma cadeia produtiva ou em outra, assim como a tecnologia fez e fará em vários outros setores. Não dá para frear o avanço tecnológico em nome de um pequeno grupo que se recusa a evoluir.

4.        O combate ao abate clandestino é função e responsabilidade dos órgãos fiscalizadores, não se podendo reabrir um abatedouro com condições piores que os abates clandestinos para combater a prática ilegal. Em suma, o abate clandestino é ilegal, mas o abate no matadouro de Petrolina era ilegal vez que nunca atendeu as rígidas exigências sanitárias do Ministério da Agricultura (além de poluir o ar e ter sua criação de urubus e moscas), e imoral porque o poder público municipal bancou com nossos recursos a ocorrência de todos os fatos denunciados nesse pequeno artigo.

Por fim, conclamo o Prefeito Miguel Coelho à razão, para que veja a política para o bem de todos e não de um pequeno grupo e que se atenha em fazer a cidade avançar e não retroceder em um ponto tão importante. Antes de tomar decisão analise as seguintes questões:

O município de Petrolina vai dar licença ambiental de operação para o matadouro voltar a funcionar?

Vai ter estudo de impacto de vizinhança?

A Vigilância Sanitária Municipal/Estadual e Federal vão atestar inicialmente e depois regularmente a qualidade dos abates?

O matadouro vai ter Selo de Inspeção Federal?

O Ministério Público Federal vai aceitar a reabertura do equipamento em Área de Preservação Permanente?

Qual vai ser o custo para os cofres do município para reinstalação do matadouro? E o custo mensal para o município da sua operacionalização?

Dizem que essa medida é provisória, que o município pretende fazer um matadouro em outro local. Gastar esse valor de forma precária e provisória no antigo atende os princípios constitucionais de moralidade e eficiência, ao anseio dos eleitores que seus representantes tratem com zelo pelos recursos públicos?

Aguardamos sinceramente uma honesta reavaliação da decisão.

Alex Sidney – Servidor Público, bacharel em administração e Direito

Constante falta d´água em Pau Ferro leva leitor a cobrar providências urgentes da Compesa

Em nota enviada ao Blog, o leitor Dácio Quirino, reclama da Compesa pelo desabastecimento de água no distrito de Pau Ferro, zona rural de Petrolina. Ele solta o verbo diante dessa situação, pois a empresa não dá nenhuma satisfação aos moradores que estão há cinco dias sem uma gota de água nas torneiras. Confira:

Olá caro amigo Carlos Brito,

Venho por meio deste meio de comunicação tornar público o que a COMPESA está fazendo com as comunidades do interior de Petrolina, a exemplo de pauferro, está faltando água à mais de 5 dias e nenhuma resposta, nem se quer um aviso de que iria fechar a adutora e deixar o povo sem o precioso líquido, varios ofícios enviados, cobranças, ligações e nenhuma resposta. Quero pedir aos meios de comunicação que nos ajude para que essa empresa tome alguma providência e não deixe o povo passando sede com a água passando na sua frente, pois em pauferro passam duas adutoras e a q abastece as comunidades que ficam as suas margens é a que não tem agua. Atenciosamente

Dacio Quirino, leitor do Blog

Médico responde a artigo de paciente que reclamou do seu atendimento na UPA de Juazeiro

O médico da UPA 24 Horas de Juazeiro/BA, José Alberto Veloso, enviou artigo ao Blog, esclarecendo denúncia do leitor Ricardo Luiz que foi postada aqui e que reclamou sobre o atendimento recebido pelo profissional na unidade de saúde baiana. Confira:

Senhor Carlos Brito, caro leitor Ricardo Luiz, demais leitores do Blog e comunidade Juazeirense, inicialmente quero agradecer pelo direito de resposta, caso publique na íntegra esta nota. Sobre a “denúncia do leitor Ricardo Luiz”, esclareço que após rever todas as fichas de atendimentos realizados por mim no último domingo (05/03/17), não consta nenhuma ficha de atendimento com o nome Ricardo Luiz, porém consta uma ficha de atendimento de um jovem, J.B.S.S; este deu entrada às 15:17h, foi atendido na classificação de risco às 15:25h (sinais vitais normais), recebeu classificação de risco VERDE, que significa pouco urgente. Nesses casos o atendimento pelo médico deve ser em até 120 minutos, conforme normativas do Ministério da Saúde.

Mas o paciente foi atendido logo que saiu da sala de classificação de risco, sendo avaliado em todas as suas queixas e realizado o exame físico como é de praxe em todos os meus atendimentos, não sendo constatada anormalidades que indicasse a necessidade de realização de exames complementares, realizei a prescrição indicada para o caso às 16:04h (1. Dipirona EV; 2. Diclofenaco IM e 3. REAVALIAÇÃO).

Senhor Jornalista e caros leitores, inclusive Ricardo Luiz, será que alguém com fortes dores recusaria ser medicado? Recusaria ser reavaliado? (neste caso inclusive por outro médico). Tudo está registrado para averiguação. Este jovem simplesmente recusou a medicação e saiu da UPA24h às 16:06h (isso mesmo leitores, 02 minutos após a prescrição, tempo de sair do consultório e caminhar até o posto de medicamento). Nem toda dor no peito é infarto, e nem toda dor no peito tem indicação de realizar Eletrocardiograma. Lastimável é trabalhar com ética, zelo, responsabilidade e respeito às pessoas, e ver seu nome sendo exposto em Blog e redes sociais desta forma caluniosa e mentirosa por um desconhecido.

Trabalho na UPA desde a inauguração, onde sou servidor público da prefeitura de Juazeiro por mérito conquistado na base de muito estudo, aprovado para o cargo de médico emergencista em concurso público realizado pela PMJ em 2012. Vou continuar meu trabalho honrado e admirado pelas pessoas de boa índole, e não por pessoas do seu tipo. A UPA 24h que parece não ter nenhum valor pra você caro leitor Ricardo Luiz, e senhor jornalista Carlos Brito, ela é formada por pessoas dedicadas e compromissadas, a nossa equipe inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos de RX, recepcionistas, cozinheiras, farmacêutica, vigias, maqueiros, administradores, entre outros.

São estas pessoas que dedicam a vida para ajudar o próximo, aliviar a dor, aliviar o sofrimento, limpar o sangue e o pús, ficar ao lado no último instante, lamentar a perda e muitas vezes choramos juntos ou mesmo não conseguimos dormir pensando na dor da perda de alguém que às vezes acabamos de conhecer, vibramos quando conseguimos salvar vidas e salvamos, observamos o sorriso da pessoa que teve a sua dor aliviada, e muitos são gratos e são estes que alimentam a nossa alma, nosso espirito e tornam a nossa jornada menos árdua, nós que levantamos no meio da noite, na madrugada, nos dias de festas, nos sábados, domingos e feriados, ainda assim somos acusados de faltar com empenho e dedicação.

Caros leitores, quanto deve ser competente o leitor Ricardo Luiz falando de atendimento humanizado e dizer que “Definitivamente a saúde pública não necessita de investimento financeiro”. Você, Ricardo Luiz possivelmente não deve ser um usuário do SUS. Reflitam comigo leitores e senhor jornalista, Carlos Brito: Seria humanizado oferecer uma poltrona para um idoso(a) passar a noite deitado aguardando exames ou transferência? Seria humanizado os pacientes ficarem dias e até semanas em observação numa UPA (as normas do Ministério da Saúde estabelecem como tempo máximo de permanência de pacientes nas UPAs 24 horas de observação)? Seria humanizado oferecer uma cama sem um lençol para um paciente? Seria humanizado os pacientes ficarem vários dias na sala vermelha aguardando um leito de UTI? Seria humanizado os pacientes ficarem dias, semanas, meses aguardando uma cirurgia? Caro leitor Ricardo Luiz acredito que deve existir muitos gestores com o seu pensamento e por isso a saúde pública está na UTI.

Prometo que ao exercer a arte de curar, Mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, Da caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, Meus olhos serão cegos, Minha língua calará aos segredos que me forem revelados, Os quais terei como preceito de honra. Nunca me servirei da profissão para corromper os costumes, Ou favorecer o crime. Se eu cumprir esse juramento com fidelidade, Goze eu, para sempre, a minha vida e a minha arte, De boa reputação entre os homens. Se os infringir ou deles me afastar, suceda-me o contrário.

Dr. José Alberto Veloso – CREMEB 20.977 Médico Emergencista UPA24h

Estacionamento da Facape é alvo de reclamação de leitor do Blog

O semestre letivo começou, mas os problemas continuam os mesmos no estacionamento da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape). Quem denuncia é o leitor do Blog, Victor Cezar.

“Falta de estrutura, iluminação e, principalmente, fiscalização em cima dos alunos que insistem em desrespeitar as regras do estacionamento. Entra gestão, sai gestão e nada muda”, registrou o leitor.

Artigo do leitor: “Descaso no atendimento de médico da UPA em Juazeiro”

O leitor do Blog, Ricardo Luiz, enviou nota à redação reclamando do atendimento de um médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Juazeiro/BA. Confira:

Mais uma vez a população Juazeirense sofre com o descaso médico na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), desta vez um jovem deu entrada sentindo fortes dores no peito, cefaleia, falta de ar e dormência nas extremidades (mãos e pés), este foi atendido pelo Dr. José Alberto Veloso, CRM: 20977/BA que sem passar nenhum exame, apenas disse que “dor todo mundo sente e pode ser tratada em casa”.

Diante dessa lastimável constatação que a saúde pública não funciona, me questiono para onde vão meus impostos? Por que apesar de ser direito constituído por lei (art.196 da constituição federal e endossado pela lei 8.080/90 de 19 de setembro de 1990 conforme o art. 2º), ainda estamos à mercê de profissionais que demostram não conhecer seu verdadeiro papel de salvar vidas?

Definitivamente a saúde pública não necessita de investimento financeiro. O que nos faltam não são recursos materiais, são materiais humanos competentes que prestem um serviço humanizados. Então, Sr. Veloso, sabe o verdadeiro sentido da medicina? Ainda lembra do seu juramento? Ou você é só mais um profissional bem pago por mim para não fazer nada nessa máquina pública?

Ricardo Luiz

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