Artigo do Leitor: E se a operação “Carne Fraca” da Polícia Federal fosse em Petrolina

O servidor público e Bacharel em Direito, Alex Sidney, leitor do Blog, aponta neste artigo, porque contesta os que defendem a reabertura do matadouro público de Petrolina. Ele faz questão de deixar claro no texto, justificando cada argumento de sua posição contrária a essa questão que vem sendo debatida na cidade já há alguns meses. Confira:

Petrolina é uma cidade encravada no sertão pernambucano, conhecida pela robustez econômica, dinamismo e pioneirismo. Contudo, como tudo na vida, tem fragilidades típicas das cidades Brasileiras, algumas correlacionadas às metrópoles, como a escalada da violência e desordenamento da ocupação urbana e outras comuns às pequenas cidades. É sobre uma dessas fragilidades que vamos nos ater nessas poucas linhas: A qualidade e origem da carne consumida na cidade.

Contrariando seu histórico de vanguardismo, por décadas a Município manteve funcionando um abatedouro público às margens do Velho Chico, sem a mínima condição de higiene, que exalava por muitos bairros da cidade um forte odor característico de carne apodrecida. Esse odor causava uma grande dúvida aos munícipes, se era produzido por um curtume ou pelo matadouro localizado na mesma região. O tempo passou, o matadouro foi fechado pelo Governo Júlio Lóssio e a questão foi resolvida: sim, àquele cheiro de carniça que torturava vários bairros vizinhos e universidades próximas eram provenientes do Matadouro mantido pelo poder público municipal.

Mas a poluição do ar não era o único problema do matadouro público, vez que as suas instalações serviam para um produtivo criadouro de urubus, moscas e outros animais não desejáveis em locais que se prestam a produzir os alimentos que consumimos. Além dessas mazelas, a vizinhança mais próxima era obrigada a conviver com os ritos macabros dos aboios dos algozes levando os animais para o abate e o grito agonizante das vítimas, que sucumbiam em um abate desumanizado. O Velho Chico, vizinho mais antigo, também reclamava do derrame em suas águas dos resíduos do abate.

Apesar dos absurdos acima narrados, a vigilância sanitária, órgão subordinado ao município, logicamente, jamais interditou o matadouro de seu patrão. A agência sempre se mostrou eficiente contra empresas privadas ou pequenos produtores de doce de leite e afins. Da mesma forma, outros órgãos de fiscalização de mostraram igualmente ineficientes em fechar o matadouro público, monumento medieval do atraso e da falta de sanidade da carne consumida em Petrolina.

Passaram-se os governos e finalmente a gestão Lóssio tomou uma medida ao mesmo tempo barata, inteligente e republicana. Fechou o matadouro e encaminhou o abate de animais para vizinha cidade de Juazeiro/BA, dotada de um frigorífico industrial com Selo de Inspeção Federal. Com uma só medida melhorou a qualidade da carne consumida na região, economizou para o município os altos custos com a manutenção do matadouro público, acabou com o conflito de interesse da vigilância sanitária municipal fiscalizar um equipamento do próprio município. Os apreciadores de carnes saudáveis, o ar, o velho chico e os vizinhos do antigo matadouro público, agradeceram.

Mas alguém reclamou. Nada é bom para todos, e um grupo de marchantes, capitaneado por alguns vereadores, fizeram dessa acertada medida palanque eleitoral e propuseram o absurdo, reabrir o matadouro público.

Quais os argumentos –  1. A carne de Petrolina não pode ser abatida em Juazeiro; 2. É mais caro abater no frigorífico certificado; 3. Pais de família ficarão sem emprego; 4. Aumentou o abate clandestino.

Pois bem, vamos analisar os argumentos:

1.        Por que a carne não pode ser abatida em Juazeiro? Melhor uma carne certificada de lá ou de um matadouro medieval de Petrolina. Ocorre que para se manter um frigorifico industrial certificado se faz necessário demanda, e se Petrolina sozinha contiver essa demanda, surgirão empresas interessadas em instalar-se em Petrolina. Enquanto isso, tirando o bairrismo fora de moda, nada impede que as cidades compartilhem os serviços, pois é melhor uma das cidades ter um aeroporto de ponta que as duas contarem com portos fluviais meia boca. Melhor um frigorifico certificado em Juazeiro que as duas cidades com matadouros medievais;

2.        De fato, é mais caro abater em um frigorífico certificado, mas acredito que ninguém em seu juízo perfeito prefira pagar alguns centavos a menos, por quilo, para ter uma carne de origem duvidosa;

3.        Os empregos como magarefe em um matadouro medieval como o de Petrolina têm que acabar, e os trabalhadores devem se reinventar na mesma cadeia produtiva ou em outra, assim como a tecnologia fez e fará em vários outros setores. Não dá para frear o avanço tecnológico em nome de um pequeno grupo que se recusa a evoluir.

4.        O combate ao abate clandestino é função e responsabilidade dos órgãos fiscalizadores, não se podendo reabrir um abatedouro com condições piores que os abates clandestinos para combater a prática ilegal. Em suma, o abate clandestino é ilegal, mas o abate no matadouro de Petrolina era ilegal vez que nunca atendeu as rígidas exigências sanitárias do Ministério da Agricultura (além de poluir o ar e ter sua criação de urubus e moscas), e imoral porque o poder público municipal bancou com nossos recursos a ocorrência de todos os fatos denunciados nesse pequeno artigo.

Por fim, conclamo o Prefeito Miguel Coelho à razão, para que veja a política para o bem de todos e não de um pequeno grupo e que se atenha em fazer a cidade avançar e não retroceder em um ponto tão importante. Antes de tomar decisão analise as seguintes questões:

O município de Petrolina vai dar licença ambiental de operação para o matadouro voltar a funcionar?

Vai ter estudo de impacto de vizinhança?

A Vigilância Sanitária Municipal/Estadual e Federal vão atestar inicialmente e depois regularmente a qualidade dos abates?

O matadouro vai ter Selo de Inspeção Federal?

O Ministério Público Federal vai aceitar a reabertura do equipamento em Área de Preservação Permanente?

Qual vai ser o custo para os cofres do município para reinstalação do matadouro? E o custo mensal para o município da sua operacionalização?

Dizem que essa medida é provisória, que o município pretende fazer um matadouro em outro local. Gastar esse valor de forma precária e provisória no antigo atende os princípios constitucionais de moralidade e eficiência, ao anseio dos eleitores que seus representantes tratem com zelo pelos recursos públicos?

Aguardamos sinceramente uma honesta reavaliação da decisão.

Alex Sidney – Servidor Público, bacharel em administração e Direito

Constante falta d´água em Pau Ferro leva leitor a cobrar providências urgentes da Compesa

Em nota enviada ao Blog, o leitor Dácio Quirino, reclama da Compesa pelo desabastecimento de água no distrito de Pau Ferro, zona rural de Petrolina. Ele solta o verbo diante dessa situação, pois a empresa não dá nenhuma satisfação aos moradores que estão há cinco dias sem uma gota de água nas torneiras. Confira:

Olá caro amigo Carlos Brito,

Venho por meio deste meio de comunicação tornar público o que a COMPESA está fazendo com as comunidades do interior de Petrolina, a exemplo de pauferro, está faltando água à mais de 5 dias e nenhuma resposta, nem se quer um aviso de que iria fechar a adutora e deixar o povo sem o precioso líquido, varios ofícios enviados, cobranças, ligações e nenhuma resposta. Quero pedir aos meios de comunicação que nos ajude para que essa empresa tome alguma providência e não deixe o povo passando sede com a água passando na sua frente, pois em pauferro passam duas adutoras e a q abastece as comunidades que ficam as suas margens é a que não tem agua. Atenciosamente

Dacio Quirino, leitor do Blog

Médico responde a artigo de paciente que reclamou do seu atendimento na UPA de Juazeiro

O médico da UPA 24 Horas de Juazeiro/BA, José Alberto Veloso, enviou artigo ao Blog, esclarecendo denúncia do leitor Ricardo Luiz que foi postada aqui e que reclamou sobre o atendimento recebido pelo profissional na unidade de saúde baiana. Confira:

Senhor Carlos Brito, caro leitor Ricardo Luiz, demais leitores do Blog e comunidade Juazeirense, inicialmente quero agradecer pelo direito de resposta, caso publique na íntegra esta nota. Sobre a “denúncia do leitor Ricardo Luiz”, esclareço que após rever todas as fichas de atendimentos realizados por mim no último domingo (05/03/17), não consta nenhuma ficha de atendimento com o nome Ricardo Luiz, porém consta uma ficha de atendimento de um jovem, J.B.S.S; este deu entrada às 15:17h, foi atendido na classificação de risco às 15:25h (sinais vitais normais), recebeu classificação de risco VERDE, que significa pouco urgente. Nesses casos o atendimento pelo médico deve ser em até 120 minutos, conforme normativas do Ministério da Saúde.

Mas o paciente foi atendido logo que saiu da sala de classificação de risco, sendo avaliado em todas as suas queixas e realizado o exame físico como é de praxe em todos os meus atendimentos, não sendo constatada anormalidades que indicasse a necessidade de realização de exames complementares, realizei a prescrição indicada para o caso às 16:04h (1. Dipirona EV; 2. Diclofenaco IM e 3. REAVALIAÇÃO).

Senhor Jornalista e caros leitores, inclusive Ricardo Luiz, será que alguém com fortes dores recusaria ser medicado? Recusaria ser reavaliado? (neste caso inclusive por outro médico). Tudo está registrado para averiguação. Este jovem simplesmente recusou a medicação e saiu da UPA24h às 16:06h (isso mesmo leitores, 02 minutos após a prescrição, tempo de sair do consultório e caminhar até o posto de medicamento). Nem toda dor no peito é infarto, e nem toda dor no peito tem indicação de realizar Eletrocardiograma. Lastimável é trabalhar com ética, zelo, responsabilidade e respeito às pessoas, e ver seu nome sendo exposto em Blog e redes sociais desta forma caluniosa e mentirosa por um desconhecido.

Trabalho na UPA desde a inauguração, onde sou servidor público da prefeitura de Juazeiro por mérito conquistado na base de muito estudo, aprovado para o cargo de médico emergencista em concurso público realizado pela PMJ em 2012. Vou continuar meu trabalho honrado e admirado pelas pessoas de boa índole, e não por pessoas do seu tipo. A UPA 24h que parece não ter nenhum valor pra você caro leitor Ricardo Luiz, e senhor jornalista Carlos Brito, ela é formada por pessoas dedicadas e compromissadas, a nossa equipe inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos de RX, recepcionistas, cozinheiras, farmacêutica, vigias, maqueiros, administradores, entre outros.

São estas pessoas que dedicam a vida para ajudar o próximo, aliviar a dor, aliviar o sofrimento, limpar o sangue e o pús, ficar ao lado no último instante, lamentar a perda e muitas vezes choramos juntos ou mesmo não conseguimos dormir pensando na dor da perda de alguém que às vezes acabamos de conhecer, vibramos quando conseguimos salvar vidas e salvamos, observamos o sorriso da pessoa que teve a sua dor aliviada, e muitos são gratos e são estes que alimentam a nossa alma, nosso espirito e tornam a nossa jornada menos árdua, nós que levantamos no meio da noite, na madrugada, nos dias de festas, nos sábados, domingos e feriados, ainda assim somos acusados de faltar com empenho e dedicação.

Caros leitores, quanto deve ser competente o leitor Ricardo Luiz falando de atendimento humanizado e dizer que “Definitivamente a saúde pública não necessita de investimento financeiro”. Você, Ricardo Luiz possivelmente não deve ser um usuário do SUS. Reflitam comigo leitores e senhor jornalista, Carlos Brito: Seria humanizado oferecer uma poltrona para um idoso(a) passar a noite deitado aguardando exames ou transferência? Seria humanizado os pacientes ficarem dias e até semanas em observação numa UPA (as normas do Ministério da Saúde estabelecem como tempo máximo de permanência de pacientes nas UPAs 24 horas de observação)? Seria humanizado oferecer uma cama sem um lençol para um paciente? Seria humanizado os pacientes ficarem vários dias na sala vermelha aguardando um leito de UTI? Seria humanizado os pacientes ficarem dias, semanas, meses aguardando uma cirurgia? Caro leitor Ricardo Luiz acredito que deve existir muitos gestores com o seu pensamento e por isso a saúde pública está na UTI.

Prometo que ao exercer a arte de curar, Mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, Da caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, Meus olhos serão cegos, Minha língua calará aos segredos que me forem revelados, Os quais terei como preceito de honra. Nunca me servirei da profissão para corromper os costumes, Ou favorecer o crime. Se eu cumprir esse juramento com fidelidade, Goze eu, para sempre, a minha vida e a minha arte, De boa reputação entre os homens. Se os infringir ou deles me afastar, suceda-me o contrário.

Dr. José Alberto Veloso – CREMEB 20.977 Médico Emergencista UPA24h

Estacionamento da Facape é alvo de reclamação de leitor do Blog

O semestre letivo começou, mas os problemas continuam os mesmos no estacionamento da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape). Quem denuncia é o leitor do Blog, Victor Cezar.

“Falta de estrutura, iluminação e, principalmente, fiscalização em cima dos alunos que insistem em desrespeitar as regras do estacionamento. Entra gestão, sai gestão e nada muda”, registrou o leitor.

Artigo do leitor: “Descaso no atendimento de médico da UPA em Juazeiro”

O leitor do Blog, Ricardo Luiz, enviou nota à redação reclamando do atendimento de um médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Juazeiro/BA. Confira:

Mais uma vez a população Juazeirense sofre com o descaso médico na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), desta vez um jovem deu entrada sentindo fortes dores no peito, cefaleia, falta de ar e dormência nas extremidades (mãos e pés), este foi atendido pelo Dr. José Alberto Veloso, CRM: 20977/BA que sem passar nenhum exame, apenas disse que “dor todo mundo sente e pode ser tratada em casa”.

Diante dessa lastimável constatação que a saúde pública não funciona, me questiono para onde vão meus impostos? Por que apesar de ser direito constituído por lei (art.196 da constituição federal e endossado pela lei 8.080/90 de 19 de setembro de 1990 conforme o art. 2º), ainda estamos à mercê de profissionais que demostram não conhecer seu verdadeiro papel de salvar vidas?

Definitivamente a saúde pública não necessita de investimento financeiro. O que nos faltam não são recursos materiais, são materiais humanos competentes que prestem um serviço humanizados. Então, Sr. Veloso, sabe o verdadeiro sentido da medicina? Ainda lembra do seu juramento? Ou você é só mais um profissional bem pago por mim para não fazer nada nessa máquina pública?

Ricardo Luiz

Artigo: “O mito da passividade do povo brasileiro”

Em artigo intitulado ‘O mito da passividade do povo brasileiro’, o leitor do Blog, professor Thiago Jerônimo, responde ao artigo ‘Admirável povo manso’, escrito pelo advogado, Pedro Cardoso da Costa, e postado aqui no sábado, 4. Acompanhe:

A ideologia dominante cultiva a imagem do provo brasileiro como um povo “pacífico” e “ordeiro” por natureza. Trate-se de uma imagem que continua a ter forte aceitação mesmo entre as próprias classes dominadas da sociedade. É comum se ouvir, sobre situações de injustiça ou de opressão, que exigiriam uma reação contrária, comentários como: “Brasileiro é passivo mesmo”, “Brasileiro nunca reage” e outros.

Entretanto não houve nenhum período da história da sociedade brasileira em que o protesto popular não se fez presente de uma forma ou de outra. Em alguns momentos, a reação popular se fez notar pela sua radicalidade ou pela sua violência, como nos casos, entre muitos outros episódios, da Guerra de Canudos (no início do XX), ou da reação popular contra o aumento nas tarifas dos transportes coletivos na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de junho de 1987, e também mais recentemente na cidade de São Paulo.

O Estado de Pernambuco é um exemplo do espírito contestador e crítico dos movimentos por mais direitos e igualdade. Foi a primeira província a se rebelar contra a monarquia de Dom João XVI. Aqui foi cenário de grandes batalhas, vitórias, derrotas e glorias do nosso povo. Pernambuco foi protagonista de diversas revoltas: Guerra dos Mascates, A Confederação do Equador, A Revolução de 1817 (comemoramos 200 anos de Revolução no dia 6 de maio 2017).

No período da colonização portuguesa em nosso país, o índio brasileiro foi tachado de “preguiçoso” e “covarde” pelos portugueses exploradores. Contudo, esse tipo de manifestação passiva foi uma forma de rebeldia velada utilizada pelo nativo brasileiro. Mostrando assim, um sinal de inteligência e senso crítico contra seus algozes. Os anos de chumbo no Brasil, também foram marcados por várias manifestações de cunho cultural, social e político contra o governo militar instaurado em 1964.

Por fim, a História da sociedade brasileira nos revela outra face de nosso caráter. Os brasileiros não são passivos às injustiças e desmandos cometidos, principalmente pela classe burguesa irresponsável. É claro que a violência exercida pelo Estado – sempre visando à preservação dos interesses dominantes – pode sufocar ou pelo menos impedir o crescimento das manifestações populares.

Contudo, a liberdade e a glória não foram dadas ao homem, mas foi um conquista baseada em reivindicações e manifestações contra o inimigo reacionário e opressor. A liberdade possui um preço muito alto, exige dedicação, paciência e respeito ao outro. Nas palavras de Sartre : “A humanidade está condenada a ser livre”, mas nem todos querem gozar de liberdade, alguns preferem os grilhões da opressão e do desmando. Por outro lado, sempre haverá homens e mulheres prontos para defender os direitos já conquistados em outros tempos. (Foto ilustração: reprodução internet)

Professor Thiago Jerônimo

Leitor quer atenção para o povoado de Pedrinhas

O leitor, Josemir Gomes de Amorim, envia nota ao Blog, reivindicando mais atenção para o povoado de Pedrinhas, na área ribeirinha de Petrolina. Ele pretende com sua ação, chamar a atenção prefeito Miguel Coelho (PSB), que para Josemir Amorim, começou com muita vontade de trabalhar. “Por isso peço pelo povoado de Pedrinhas, que serve de ponto turístico na região, além de representar um local onde muitos petrolinenses optam por construir suas casas de finais de semana, afim de ter lazer e descanso”, disse.

O leitor conta que o problema é que a população de Pedrinhas enfrenta há anos a falta de água potável. “Um povoado tão importante, tendo como ponto turístico o Balneário de Pedrinhas, sofre há muito tempo com a falta d’água e o pior, seus moradores são obrigados a comprar água mineral ou bebem água sem tratamento”,  registrou Josemir.

Josemir Amorim reforça sua solicitação ao prefeito Miguel Coelho. “Solicito por gentileza, que volte os olhos para aquela comunidade, resolvendo de uma vez por todas o problema da falta d’água naquele povoado tão importante e de pessoas ordeiras”, conclui o leitor. (Foto: Reprodução Internet)

Moradores cobram iluminação pública em loteamento na zona oeste de Petrolina

A escuridão nas ruas do Loteamento Rafael, zona oeste de Petrolina, continua sendo fonte de constantes reclamações dos moradores, que cobram a implantação da iluminação pública na comunidade. Em email a este Blog, o leitor Luan Carlos Alencar informou que as poucas ruas iluminadas estão assim por conta dos próprios moradores.

Acompanhe:

Sou morador do bairro Loteamento Rafael que fica localizado próximo ao Jardim Guararapes, e quero reivindicar a iluminação publica do bairro, como também a coleta de lixo. Já foi feito o pedido de iluminação pública há mais de 6 meses e até agora o bairro encontra-se quase que em total escuridão e com riscos aos moradores.

As únicas ruas que estão iluminadas só estão assim por conta dos próprios moradores, que desembolsaram para tal. Nosso bairro é meio de ligação entre o bairro São Gonçalo e os condomínios Valle Petrolina, Valle dos Coqueiros, como também ao Residencial Brasil.

Luan Carlos Alencar/Leitor

Leitor chama atenção para ultrapassagens pela direita próximo ao CPM de Petrolina

Ultrapassagens pela direita ou pelo acostamento – que são proibidas pelo Código Nacional de Trânsito (CNB) – já viraram corriqueiras entre motociclistas. Um leitor do Blog, que preferiu não se identificar, chama atenção das autoridades para um dos locais mais frequentes onde a prática acontece, segundo ele, é próximo ao Colégio da Polícia Militar (CPM) de Petrolina.

Motociclistas sempre estão cortando pela direita e andando com crianças sem capacete no semáforo próximo ao Colégio da Polícia Militar. Já os carros estão cortando pelo acostamento.  Está uma verdadeira bagunça. A qualquer momento vai ter acidente grave. Era para ter um policial de trânsito, pelo menos nos horários de grande movimento, para organizar o trânsito aqui”, reivindica. (foto:Ilustração)

Artigo do leitor: “Juazeiro está de mal a pior”

O leitor e colaborar do Blog, Rogério Espidula, envia artigo reclamando do atendimento do poder público de Juazeiro/BA diante das diversas reclamações da população. Confira:

Caríssimo Carlos Britto, como você sabe sou leitor assíduo do seu Blog. Nessas minhas leituras eu venho analisando que a nossa querida Juazeiro está cada dia pior, pois as reclamações dos moradores que pagam altíssimos impostos são inúmeras. São coisas que não eram para serem reclamadas porque são obrigações do governante municipal (Prefeito) e seu secretariado. Selecionei do dia 26/02 até a data de hoje 01/03, os verdadeiros absurdos que os habitantes pedem, solicitam a esse poder público ineficiente que a Prefeitura de Juazeiro na pessoa do ilustríssimo Sr. Paulo Bomfim.

É inadmissível tamanha imundice no Ceasa (Mercado do Produtor) de nossa cidade, onde se comercializam diversos produtos alimentícios e com certeza não existe fiscalização nenhuma por parte de governante municipal. E o que sempre lemos são respostas evasivas e já prontas que são enviadas pela Ascom das diversas secretarias.

Portanto, nossa cidade está de  mal a pior, pois o governante municipal aqui mencionado não é apenas o prefeito Paulo Bonfim, são todos os secretários e dirigentes de órgão público que não estão governando, fazendo pela nossa querida Juazeiro o que propuseram fazer quando em campanha.

Mas com certeza absoluta a população continuará cobrando, pedindo e exigindo que façam o máximo que foi prometido.

Em Tempo: Ontem mais uma vez a tubulação de água potável que passa por debaixo da Avenida São João, estourou. Será por que?

Rogério Espíndula – Morador de Juazeiro e leitor

 

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