HU atinge 718 atendimentos de urgência e emergência no primeiro semestre deste ano

Constante alvo de críticas por parte da população, o Hospital Universitário (HU) de Petrolina atingiu 718 atendimentos de urgência e emergência em maio. O número refere-se ao período entre os dias 7 e 13.

Já as consultas ambulatoriais, nesse mesmo período, chegaram a 555, e as cirurgias, 116.

Hospital Universitário realiza mutirão de cirurgia ortopédicas

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A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) promoveu ontem (30/11) no Hospital Universitário (HU) em Petrolina um mutirão de cirurgias, exames e consultas ambulatoriais. O objetivo foi reduzir a fila de espera dos hospitais universitários federais e do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a assessoria, foram realizadas 21 cirurgias eletivas de média e alta complexidade. Uma equipe de quase 26 profissionais – entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem- trabalhou durante todo o dia para realizar os procedimentos. A iniciativa reduziu 33% da lista de espera de pacientes internados.

Roseânea Pereira, que aguardava o retorno de seu cunhado do bloco cirúrgico, elogiou o atendimento e a iniciativa da unidade médica. “Foi muito importante, muito positivo esse mutirão. Meu cunhado teve todos os atendimentos necessários aqui no HU, toda a equipe é muito eficiente e humana. Ele já havia feito uma série de procedimentos e o mutirão ajudou a finalizar esse processo. Agora ele terá a oportunidade de se recuperar e voltar para o mercado de trabalho”, disse.

Atualmente, a rede EBSERH conta com unidades filiadas em todo o país, sendo quatro na região Norte, 17 na região Nordeste, cinco na região Centro-Oeste, sete na Sudeste e seis no Sul. Já são mais de 20 mil empregados contratados pela estatal, via concurso público federal. O número ainda pode aumentar com as convocações feitas esta semana, que totalizaram mais de 2.600 pessoas. Os profissionais ajudam a melhorar a assistência à população, o ensino e a pesquisa nas unidades hospitalares. (foto/divulgação)

Suspeito em homicídio na Bahia está sob custódia do 5ºBPM no Hospital Universitário

disparando-el-revolver[1]Um homem suspeito de homicídio está sob custódia de policiais militares do 5°BPM no Hospital Universitário (HU) em Petrolina. Jucywillio de Sá Silva, 32 anos, foi atingido por cinco disparos de arma de fogo, após troca de tiros no Projeto Maniçoba, em Juazeiro (BA).

A equipe chegou até ele após informações do Núcleo de Inteligência (NIS-4) do 5°BPM, que soube que o suspeito havia dado entrada num hospital particular, mas depois foi transferido para o HU.

Os policiais mantiveram contato com a mãe do indivíduo, a qual disse que seu filho teria sido vítima de um assalto quando estava saindo da Agrovila 18 no Projeto Caraíbas, em Santa Maria da Boa Vista (PE), onde reside. Mas a polícia já estava sabendo da troca de tiros no Projeto Maniçoba, quando três homens haviam participado. Eles foram baleados pela vítima e por outros colegas. A vítima, não identificada, morreu em frente a sua casa, mas conseguiu balear um dos suspeitos, que era Jucywillio. Após ser liberado do hospital, ele será autuado em flagrante delito.

 

HU diz que paciente internado em corredor tem recebido atendimento e que cirurgia não foi realizada devido à grande demanda

2016-06-07-PHOTO-00000019A assessoria de comunicação do Hospital Universitário (HU) de Petrolina enviou nota ao Blog esclarecendo a situação de um paciente que está internado no corredor da unidade há 14 dias, esperando  por uma cirurgia na perna.  A denúncia foi feita ontem (7) ao Blog, quando familiares de Elijiano do Nascimento relataram o sofrimento do paciente.

Confiram a nota:

Em resposta à matéria publicada em 07/06/2016, referente ao processo de atendimento do senhor Elijiano do Nascimento, o HU-Univasf informa que o paciente encontra-se acolhido em nossas instalações recebendo atendimento de enfermaria, enquanto aguarda a realização do procedimento cirúrgico eletivo. O mesmo também foi recebido por nossa Ouvidoria Hospitalar, onde pôde protocolar a solicitação de resolução de sua demanda, a qual encontra-se em fase de atendimento.

Contudo, considerando a grande demanda de Cirurgias Eletivas, a exemplo dos 934 procedimentos desta natureza ocorridos de janeiro a maio deste ano, ainda não foi possível realizar ou ainda estabelecer data precisa para realização do procedimento cirúrgico do senhor Elijiano do Nascimento.

Reforçando os compromissos de responsabilidade social, transparência e diálogo com a comunidade e mídia do Vale do São Francisco, o HU-Univasf reafirma que vem tomando medidas para diminuir o tempo de espera dos pacientes, dentro das limitações do hospital.

Ainda aproveitamos a ocasião para esclarecer que o HU-Univasf é referência em diversas especialidades médicas, sendo o único em uma região que abrange mais de 50 municípios dos estados de Pernambuco e da Bahia.

Ascom HU/Univasf

Paciente espera por cirurgia há 14 dias internado em corredor do HU

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Mais um paciente de Petrolina sofre com a dura espera por um procedimento médico no Hospital Universitário (HU). Desta vez, o drama atinge o comunitário Elijiano do Nascimento, que permanece internado no corredor do hospital há 14 dias.

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Mãe busca ajuda para filho picado por escorpião, mas volta para casa sem atendimento no Hospital Universitário

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Teoricamente, quem for picado por algum animal peçonhento vai encontrar socorro no Hospital Universitário (HU), em Petrolina. Mas, para alguns pacientes a orientação não surte o efeito esperado.

Neste último sábado (28), por exemplo, uma mãe viveu momentos de agonia em busca de atendimento para seu filho, que foi picado por um escorpião. Em contato com o Blog, a comunitária Maria Edicleide Barbosa conta que foi à unidade em busca de ajuda para seu filho, mas voltou para casa sem conseguir atendimento e o soro necessário, neste caso.

Sábado estive com meu filho no HU, pois o mesmo tinha sido picado por um escorpião. Ele deu entrada às 20h12 e saímos de lá às 21h40, e o médico não atendeu meu filho. O Dr. Ítalo estava responsável pelas duas salas, a azul e vermelha. Esperamos tanto que as dores e o formigamento de meu filho passaram e acabamos voltando para casa sem conseguir ser atendidos”, disse a mãe.

O Blog entrou em contato com a direção do HU na manhã de hoje (30). A unidade se comprometeu que irá esclarecer a denúncia.

Após denúncias, superintendência do HU nega falta de assistência médica

Em resposta às denúncias sobre situação caótica e falta de atendimento médico, a superintendência do Hospital Universitário (HU) de Petrolina negou que os pacientes que chegam à unidade fiquem sem a devida assistência.

Acompanhe a nota da superintendência:

Na madrugada do dia 14/03/2016, precisamente às 2h26 foi admitido paciente gravíssimo vítima de lesão por arma de fogo no crânio, com exposição de massa encefálica, trazido pelo SAMU, com evidências de irreversibilidade.

O paciente foi atendido por equipe médica do Hospital, recebendo suporte clínico emergencial, e prontamente pela equipe neurocirúrgica, de acordo com protocolos assistenciais adotados mundialmente. Devido ao estado de gravidade, inerente à lesão sofrida, o paciente veio a óbito momentos após – às 4h – sendo totalmente assistido desde a sua condução pelo SAMU, não ocorrendo em momento algum, situação definida como “falta de assistência”.

Como o HU é uma unidade de atendimento ‘Porta Aberta’ onde a população é atendida sem encaminhamento prévio da Central de Regulação de Leitos, situação esta considerada atípica entre os Hospitais Universitários e, portanto, absorvendo grande demanda, principalmente nos finais de semana, nesta mesma madrugada, um outro paciente, com lesões decorrentes de acidente de motocicleta, mas sem gravidade, e em virtude de naquele momento não haver profissional disponível para realizar o primeiro atendimento, foi sugerida a sua remoção para unidade de menor complexidade.

Mesmo com a visível necessidade e a indicação de transferência do paciente para outra unidade da rede pública, a médica da ambulância do SAMU que o conduziu ao HU, não atendeu a recomendação da equipe de plantão, desacatou equipes médicas, de enfermagem, de portaria e outros profissionais que estavam presentes.

Apesar de momentos de tumulto, provocados pela médica da ambulância do SAMU, a situação foi controlada com muita serenidade de nossa equipe. O atendimento ao paciente foi realizado, inclusive pelo médico que havia conduzido o paciente grave que já estava sendo atendido. Também foram feitos curativos, após pequena sutura na mão, procedimento que poderia ter sido realizado em qualquer outra unidade de saúde de menor complexidade.

Diante desta lastimável situação que envolveu o Hospital Universitário, ressaltamos que o fato será denunciado formalmente ao Conselho Regional de Medicina e ao município de Petrolina – Samu e Secretaria de Saúde. O trabalho de uma unidade hospitalar não pode ser obstruído, sob nenhum pretexto. Portanto envidaremos todos os esforços para que episódios desta natureza não prejudiquem à população que utiliza os nossos serviços diariamente. Destaque-se que o HU é uma unidade pública, faz parte de uma rede que atende a 53 municípios.

HU/Superintendência

Atendimento no Hospital Universitário piora, médico e leitores relatam o caos

Denúncia Hospital de Traumas_600x480Dezenas de emails e mensagens através do aplicativo Whasttapp chegaram a redação do Blog, neste fim de semana, com relatos assustadores sobre a falta de atendimento no Hospital Universitário de Petrolina.

“A diretoria mandou fechas as portas, pois não tinham mais como atender ninguém do sábado para domingo”relata um assustado leitor afirmando que a lotação é enorme e os procedimentos não são realizados.

“O problema só aumenta lá. Faltam anestesistas e todo mundo sabe disso. Todo anestesista que assume o plantão depois vai ao Cremepe registrar que cumpriu seu turno, está esgotado de trabalhar e ninguém apareceu para lhe render, para subistituí-lo em seu turno. Se não registram isso podem ser acusado de abandono do serviço”, nos informa um médico que trabalha no hospital.

O médico ainda amplia a crítica: “Depois que a Sote voltou só atende pacientes de Juazeiro e da Bahia. Agora os pacientes jogados no chão dobram corredores. É só ir visitar para conferir”, afimou.

O vereador Adalberto Bruno, o Betão (PSL) disse que soube do problema e foi pedir explicações a reitor da Univasf, responsável pela administração do HU, Julianelli Tollentino que lhe escreveu a seguinte resposta:

Vereador Betão, como falei há pouco, o grande problema que estamos enfrentando é com relação ao preenchimento das vagas ofertadas para a contratação de médicos ANESTESISTAS e ORTOPEDISTAS! De toda forma, a equipe local da EBSERH, coordenada pelo Superintendente, Dr Ricardo Pernambuco, esta tomando as providências necessárias para minimizar os transtornos.

Além disso, é importante frisar que além da participação dos municípios de Petrolina e Juazeiro, será imprescindível o atendimento pleno pelos serviços em Juazeiro (SOTE e Regional) para que possamos dar vencimento a demanda da Rede PEBA.

Esperamos posicionamento doHospital Universitário acerca dos fatos relatados.

Utilidade pública: Serviço Social do HU procura familiares de paciente não identificado

TraumasO Serviço Social do Hospital Universitário (HU) em Petrolina (PE) procura por parentes ou amigos de um paciente do sexo masculino, não identificado, internado na unidade desde o último dia 19 de dezembro.

Segundo a direção, o paciente aparenta ter aproximadamente 28 anos e reúne as seguintes características: negro; cabelos crespos castanho-escuros; olhos castanho-escuros; sobrancelhas grossas; cerca de 1,75 m de altura; 68 quilos e cicatriz vertical de cirurgia abdominal.

O paciente é oriundo da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Petrolina e foi encontrado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na Avenida Principal da Cohab VI, zona oeste da cidade. O estado de saúde do homem é grave.

Qualquer informação que possa levar à identificação de familiares ou amigos do paciente, devem ser repassadas ao setor de Serviço Social do HU-Univasf pelo telefone (87) 2101-6508 ou e-mail hutacolhimento@gmail.com.

O velho drama

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A equipe do Blog flagrou na tarde de hoje (4) as ambulâncias acima, vindas do município de Campo Formoso, no Norte da Bahia.

As ambulâncias traziam pacientes para serem atendidos pelo Hospital Universitário (HU). Resta saber se a prefeitura daquele município também entra na cota de pactuação para aliviar as despesas do HU, ou só querem mesmo se livrar’ dos pacientes, enviando-os para Petrolina ou Juazeiro (BA).

Ebserh divulga resultado final do processo seletivo para área médica do HU

Hospital UniversitárioA Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) divulgou ontem (9) o resultado da seleção simplificada (Edital 06/2015) que previu a contratação temporária de 31 médicos para a manutenção de serviços assistenciais no Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), em Petrolina.

Após avaliação curricular de títulos e experiência profissional, 23 médicos foram contratados nas especialidades de anestesiologia (3); cirurgia geral (4); cirurgia vascular (3); clínica médica (3); ortopedia e traumatologia (10). A contratação será pelo prazo de 180 dias, podendo ser renovada por igual período.

Além dessa contratação, o HU está recebendo também o reforço de outros 51 profissionais concursados (Editais nº 02, 03 e 04/2014): três biomédicos; seis enfermeiros; 38 técnicos em enfermagem e quatro técnicos em Laboratório. O resultado do processo seletivo 06/2015 pode ser conferido acessando aqui.

Hospital Universitário: Cena que se repete

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A rotina no Hospital Universitário (HU) de Petrolina vai de mal a pior. Ontem (14), por exemplo, o Blog registrou o sofrimento de pacientes à espera de atendimento na unidade médica. (mais…)

Retrato do trauma

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Em meio às críticas contra o atendimento no Hospital Universitário (HU) de Petrolina, um leitor do Blog registrou as cenas de absurdo na unidade. Como se pode observar nas fotos, dezenas de pacientes permanecem nos corredores do hospital, à espera de atendimento.

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Em nota, direção do HU diz que demanda da rede PE-BA é maior que sua capacidade de atendimento

Hospital de EnsinoNa semana em que os problemas da saúde pública foram tema de uma audiência pública na Casa Plínio Amorim, a direção do Hospital Universitário (HU) encaminhou uma nota ao Blog na qual esclarece seus desafios na prestação de assistência. Em nota, a unidade admite a carência de profissionais e explica que a demanda da Rede PE-BA (Pernambuco e Bahia) é maior do que a capacidade do hospital.

Acompanhem:

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), filiado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) desde janeiro de 2014, é há sete anos a unidade de referência em traumato-ortopedia e neurocirurgia para os 53 municípios da Rede Interestadual de Atenção à Saúde do Médio do Vale do São Francisco (Rede Pernambuco-Bahia), cuja população é de aproximadamente dois milhões de habitantes. 

Trata-se de uma unidade hospitalar de porta aberta, com atendimento de urgências e emergências que incluem ações de atenção em politraumatismo, neurologia, cirurgia geral, cirurgia vascular, cirurgia buco-maxilo-facial, clínica médica, entre outras especialidades médicas: cardiologia, dermatologia, endocrinologia e metabologia, gastroenterologia, hematologia e hemoterapia, hepatologia, infectologia, nefrologia, otorrinolaringologia e reumatologia.

O HU-Univasf dispõe das condições necessárias para o tratamento de quadros clínicos que se enquadrem em uma de suas especialidades. No entanto, a demanda da Rede Pernambuco-Bahia por atendimento é maior do que a capacidade instalada, principalmente em relação ao número reduzido de profissionais ortopedistas e anestesistas do HU, ocasionando atrasos no atendimento aos usuários dos serviços que são prestados pelo hospital.

Para um atendimento desejável, o HU-Univasf precisa de um quadro médico composto por no mínimo 24 ortopedistas, 11 neurologistas e 18 anestesistas. Entretanto, mesmo após a realização de concurso público (2014) e seleção pública (julho/2015), o HU vem enfrentando dificuldades para a contratação desses profissionais e, atualmente, conta apenas com 13 ortopedistas, cinco neurologistas e 12 anestesistas. As vagas não preenchidas pelos dois processos seletivos representam um déficit de 46%, 55% e 34%, respectivamente.

Essa insuficiência de médicos em algumas especialidades não é um problema exclusivo do Hospital Universitário de Petrolina, mas uma realidade em quase todas as cidades brasileiras. Programas federais como o Mais Médicos e o Mais Especialidades têm o desafio de mudar esse cenário.

Além disso, um outro agravante que impacta o atendimento no HU é o crescente número de acidentes terrestres na região, principalmente envolvendo motocicletas. Monitoramento feito pelo hospital revela um aumento de 108% de acidentes terrestres de janeiro a julho de 2015. No mesmo período, os acidentes decorrentes de motocicletas, que representam 72% do total, tiveram um aumento de 118%. Nesse sentido, faz-se necessário um engajamento de toda a sociedade e de políticas públicas em prol de ações de educação e fiscalização do trânsito.

Desde fevereiro de 2015, o HU-Univasf opera acima de sua capacidade máxima produtiva, chegando a trabalhar em alguns meses com uma ocupação acima de 20% do normal. Mesmo com este cenário, a média de permanência no HU (dias que os pacientes permanecem internados), nos sete primeiros meses de 2015, foi de 8,7 dias, um valor que vem sendo reduzido ao longo do ano.

Todos os esforços possíveis estão sendo empreendidos pelo HU para um melhor atendimento à população. Contudo, é preciso fortalecer e qualificar as unidades de saúde dos 53 municípios que compõem a Rede Pernambuco-Bahia, para que situações que demandem tratamentos com uma menor complexidade possam ser resolvidas nos próprios municípios.

A capacidade instalada no HU, assim como em outras unidades de saúde referências em tratamento de média e alta complexidade, tem sido insuficiente para atender a demanda da Rede. Por mês, o HU faz, em média, 4.623 atendimentos.

HU-Univasf/Ascom

Superintendente minimiza situação do HU e diz que denúncias são “descabidas”

GEDC0229Diferente do que mostram as denúncias diárias na imprensa local, o superintendente do Hospital Universitário (HU) da Univasf, Ricardo Pernambuco, garante que a unidade tem prestado um atendimento “totalmente  satisfatório” à população.

Presente na audiência pública que discutiu ontem (16) a rede de saúde integrada Pernambuco/Bahia (PE-BA) na Casa Plínio Amorim, o superintendente garantiu que a unidade dispõe de todos os insumos necessários e que o único entrave na unidade seria a falta de anestesistas.

Nós precisamos de dezoito anestesistas e só estamos com doze, e isso provoca um atraso no atendimento. Peço aos parlamentares que antes de ouvirem as queixas nos procurem, que nós teremos prazer de esclarecer tudo para evitar algumas informações completamente descabidas do que é a realidade do hospital”, disse.

Ricardo informou ainda sobre o crescimento exorbitante no número de acidentes de moto na região que, segundo ele, inviabiliza o atendimento na unidade. Segundo o superintendente, nos últimos meses os acidentes envolvendo motocicletas tiveram crescimento de 120%.

Em janeiro deste ano aconteceram mais de 150 acidentes em Petrolina. Em agosto este número já estava em 300. Os acidentes de moto hoje são o grande problema do nosso hospital. Nós tivemos um aumento no número de acidentes em 120%. Se nós não resolvermos a questão dos acidentes de moto nesta região, nós nunca teremos um atendimento adequado. Este crescimento no número de acidentes de moto inviabiliza o atendimento em  qualquer hospital deste país”, finalizou o superintende.

Comentário Meu:

O Hospital  que Dr.Ricardo Pernambuco se refere não deve ser o mesmo que as pessoas ficam cerca de quinze dias com fraturas e não são cirurgiadas. Também deve ser mentira de tanta gente que nunca tem equipe pronta para cirurgias. Acho que o Hospital Universitário deve mesmo ter problemas de recursos, falta de insumos e outras prioridades, mas está claro que falta gestão e sensibilidade por muita gente que tem lá. Na verdade isso nem parece a poeira do padrão Fifa prometido pelo reitor Julianelli Tolentino, preocupado em se reeleger em seu posto.

Essa crítica só é dirigida a quem não tem compromisso, pois registramos dezenas de pessoas bem intencionadas e comprometidas com o produto final: vidas humanas.

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