Conta de luz fica mais cara a partir desta quarta-feira

Atenção consumidores, a conta de luz voltará a ter sistema de bandeiras tarifárias e partir desta quarta-feira de Cinzas, primeiro dia do mês de março, e com isso a tarifa mensal ficará mais cara. As contas terão a bandeira amarela que cobrará R$ 2,00 a cada KW consumido. Em Pernambuco, a mudança da bandeira atingirá os mais de 3,5 consumidores atendidos pela Celpe, a companhia de energia elétrica do estado.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alega que o aumento é devido a religação das termelétricas acionadas por conta da estiagem prolongada que forçou a baixa dos reservatórios, por isso mudará de verde para amarela a partir de março a bandeira tarifária, e, consequentemente, o consumidor pagará mais caro.

Fernando Filho apresentará em fórum mundial na Suíça investimentos em setor de energia e mineração

O ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, já está na cidade de Davos, na Suíça. Ele participará, juntamente com a comitiva do governo, nesta terça (17) e quarta-feira (18), do Fórum Econômico Mundial. O ministro apresentará as oportunidades de investimentos no setor energético-mineral do país.

O fórum contará com as maiores autoridades mundiais do setor de infraestrutura, além de investidores, bancos e representantes dos governos. O ministro também terá reuniões com presidentes de grandes indústrias e empresas de energia, mineração e petróleo.

Amanhã, após cumprir agenda de reuniões, o ministro participa do jantar “Agentes de Mudança no Sistema Energético”, quando serão debatidos os fatores de mudanças tecnológicas, econômicas e geopolíticas que estão mudando e impactando o sistema energético mundial.

Na quarta, Fernando Filho será um dos debatedores da mesa redonda “Desencadeando o Poder da Quarta Revolução Industrial no Sistema Energético”, exclusiva para ministros de energia e CEOs de empresas desse segmento. No evento, os participantes irão analisar as mudanças como a descentralização da geração elétrica, a digitalização e modernizações na operação do sistema energético e como essas novidades devem ensejar mudanças regulatórias e no perfil de atuação das empresas.

Mineração

Em seguida, o ministro será um dos facilitadores da reunião de ‘Governantes para Mineração e Metais: Panorama Político’. Fernando Filho é uma das autoridades convidadas a comentar o assunto. Na pauta estarão as formas de se potencializar o setor mineral, em um cenário de redução do preço das commodities. Como orador, Fernando Coelho participa da sessão interativa “Catalisando infraestrutura de energia internacional para melhorar a segurança energética”. A sessão tem o objetivo de aprofundar em pontos como as melhores práticas de impulsionar investimentos, como aprimorar os planejamentos nacionais e ampliar interconexões regionais, e formas de atrair financiamento. (foto: Assessoria/divulgação)

Fio de energia rompido há 15 dias deixa moradores apreensivos no Residencial Nova Petrolina

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Enquanto algumas comunidades de Petrolina se queixam das constantes quedas de energia, no Residencial Nova Petrolina, zona oeste da cidade, a preocupação é outra: um fio da rede elétrica pode cair a qualquer momento. Em contato com o Blog na manhã desta terça-feira (13), moradores denunciaram que o problema acontece na Rua P (Quadra J) há mais de 15 dias, e apesar das várias reclamações, nenhuma providência foi tomada.

Uma moradora – que preferiu não ser identificada – reclamou ainda do jogo de empurra empurra entre a Celpe/Neonergia e a Prefeitura de Petrolina. “Já ligamos várias vezes e nenhuma providência é tomada. O fio está muito baixo e está arriscado passar um caminhão e acontecer o pior. Falamos com a Celpe, e eles dizem que é prefeitura. A prefeitura diz que é a Celpe, e ninguém faz nada”, reclamou.

Sobre o assunto, o Blog entrou em contato com a assessoria da prefeitura sobre de quem é a responsabilidade pelo serviço e aguarda retorno.

Prefeitura de Juazeiro nega falta de pagamento e diz que prédios ficaram sem energia “devido a problemas técnicos”

Prefeitura de Juazeiro/Foto: Ascom PMJA Prefeitura de Juazeiro (BA) negou, por meio de nota da assessoria, que alguns prédios públicos tenham ficado sem energia por falta de pagamento.O problema ocorre desde a manhã desta segunda-feira (12), mas a administração garante que a falta de energia foi provocada por um problema técnico que atingiu vários órgãos da Bahia e que já está sendo solucionado.

Confiram a nota:

A Secretaria de Administração/Sead informa que houve queda de energia no prédio Central da Prefeitura na manhã de segunda-feira, dia 12, e como não foi restabelecido o serviço após algumas horas o setor de Manutenção da Sead realizou chamada para a Central da Coelba, em Feira de Santana, informando o problema e solicitando a solução imediata.

De acordo com o atendente da fornecedora, a falta de energia ocorreu devido a problemas em várias redes de órgãos públicos em toda a Bahia. Como o serviço não retornou nesta terça-feira, 13, a Gerência de Manutenção da Sead insistiu, cobrando o restabelecimento da energia. E neste exato momento técnicos da Coelba estão trabalhando nos transformadores do prédio, com previsão de retorno da energia até o início da tarde.

 A Sead esclarece ainda que não há nenhuma conta em atraso, seja de energia ou de qualquer outra prestadora de serviço, e que o problema comprovadamente ocorreu devido a questões técnicas. Durante esse período apenas o setor de Recursos Humanos e a marcação de alguns exames da Secretaria de Saúde foram temporariamente interrompidos. 

PMJ/Ascom

Promulgada na Bahia lei que proíbe cobrança da taxa de religação da energia elétrica

conta coelbaFoi promulgada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) a lei que proíbe a cobrança de taxa de religação de energia elétrica, em caso de corte de fornecimento por falta de pagamento. A promulgação foi publicada no Diário Oficial da AL-BA de quinta-feira (15).

Com a decisão, fica determinado que, em caso de suspensão por atraso, a concessionária deve retomar o fornecimento sem qualquer custo ao consumidor, num prazo máximo de 24 horas.

A via de cobrança natural, dentro de um Estado Democrático de Direito, é a judicial, com obediência ao devido processo legal. O contribuinte não pode ser submetido a constrangimento pela adoção desta via, que, embora aceita, submete-os a danos materiais e morais, de difícil reparação“, explicou o deputado estadual Targino Machado, autor do projeto de lei. A lei entra em vigor 30 dias após a sua publicação. (fonte: Bahia Notícias)

Falta de chuvas e consumo maior de energia podem fazer contas de luz subirem a partir de setembro

conta de luzA falta de chuvas e um maior consumo de energia devem fazer com que as contas de luz do país voltem a ter bandeira amarela a partir de setembro, com a cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Desde abril, a bandeira está no nível verde, em que não há taxa extra nas contas. O sistema existe desde o início de 2015, para indicar aos consumidores que as condições de geração, por falta de chuvas ou outros motivos, está mais restrita. O apontamento estimula os clientes a reduzirem o consumo, colaborando para o retorno da geração de energia aos custos mais baixos.

Segundo uma autoridade ligada ao tema, há três elementos principais que apontam para a retomada da bandeira amarela em setembro. O primeiro é que os meses de setembro e outubro são mais secos. O nível menor dos reservatórios das hidrelétricas exige mais das térmicas, o que leva o custo médio da geração da energia a subir. Quando são acionadas térmicas com custo superior a R$ 211 por megawatt-hora (MWh), há uma indicação clara de acionamento da bandeira amarela, o que já vem ocorrendo. Para o acionamento das vermelhas, esse teto é de R$ 422 por MWh.

Outro argumento para se revisar a bandeira é o aumento do consumo projetado para o ano. Desde maio, o consumo de energia no país – apesar de ainda recuar em relação a 2015 – vem superando as projeções anteriores. Assim, uma necessidade de consumo maior do que a previsão anterior colabora com a indicação de possível escassez de energia.

O último elemento a apontar a mudança da bandeira é a situação dos reservatórios nos sistemas Norte e Nordeste, haja vista que as condições dos reservatórios do rio São Francisco e do Tucuruí estão críticas. Na sua última reunião, o Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE) indicou que “ainda poderá ser necessário manter o despacho térmico por garantia de suprimento energético nos subsistemas Nordeste e Norte de forma a preservar os estoques das UHEs (hidrelétricas) Tucuruí e Sobradinho e operar as interligações com critérios de segurança adequados”. (fonte: Gazeta do Povo)

Por falta de pagamento, Celpe corta energia de prédios do Governo de Pernambuco

luz apagada2[1]Por falta de pagamento, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) decidiu cortar nesta sexta-feira (29) o fornecimento de energia elétrica de quatro prédios vinculados ao Governo do Estado.

Um deles, o Museu Cais do Sertão, teve a energia restabelecida ainda ontem. Os demais foram o Conservatório de Música e as Secretarias da Mulher e do Meio Ambiente.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual da Fazenda se disse surpreendida com a decisão da Celpe. A Companhia informou que o governo entrou em entendimento para acertar as pendências. Ainda na sexta a previsão era de que a energia seria retomada nos outros prédios. (Com informações da Rádio Jornal)

Começa a geração solar no lago de Sobradinho

ec1caf0e4abfb06d76c4bd28d37c6743As águas de Sobradinho começaram a ser usadas para gerar energia solar. A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco ( Chesf) e a Eletronorte deram um passo importante para consolidar a energia produzida a partir do sol, em larga escala, no Brasil.

Foi inaugurado ontem (11) o protótipo de um projeto que colocou placas fotovoltaicas flutuantes no maior reservatório do Nordeste (o de Sobradinho). O sistema terá a capacidade de gerar 5 megawatts. Na semana passada, ocorreu a inauguração de outro sistema similar no reservatório de Balbina na Amazônia .

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Cobrança extra da tarifa de energia deixará de existir a partir de abril

energiaO regime tarifário de bandeira verde, que isenta o consumidor de cobranças extras na conta de energia, vai passar a vigorar a partir de abril, com uma melhora dos reservatórios das hidrelétricas após anos de estiagem, permitindo o desligamento de térmicas mais caras, anunciou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, nesta quinta-feira (25).

Segundo o ministro, o Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em reunião extraordinária, que serão desligadas mais 15 usinas térmicas, de 3 mil megawatts. A medida é complementar a anúncio do CMSE do início de fevereiro, quando foi decidido o desligamento de 2 mil megawatts com custo de geração mais alto, a partir de 1º de março.

Com o desligamento das térmicas adicionais, também a partir de 1º de março, o custo de geração cairá mais R$ 8 bilhões/ano, o que terá impacto positivo na conta dos consumidores.

“A tarifa de energia está no ciclo de viés de baixa“, disse Braga, em entrevista a jornalistas no início da noite.

De acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, a economia com o desligamento das térmicas terá impacto de redução de 6 a 6,5 pontos percentuais nas tarifas de energia.

No mês de março, conforme anunciado anteriormente, o Brasil terá ainda bandeira amarela, o que significa o pagamento adicional de R$ 1,5 a cada 100 kilowatts-hora (kWh) consumido –na bandeira verde, não há pagamento extra. Desde a criação do sistema, em 2015, será a primeira vez da implementação da bandeira verde.

Termelétricas

As bandeiras tarifárias têm como objetivo sinalizar para o consumidor as condições do sistema elétrico, de sobra ou escassez de energia, e ao mesmo tempo arrecadar recursos para custear o uso das termelétricas. O ministro disse ainda que, apesar do desligamento de térmicas anunciado, o sistema continuará com termelétricas com capacidade de 12 mil megawatts, cujo custo de geração está abaixo de R$ 250 por MWh, até o início de abril. A partir de abril, porém, com o início do regime de bandeira verde, serão desligadas todas as térmicas com custo acima de R$ 211 por MWh. (fonte: Reuters)

Energia da orla de Petrolina não chega a 220 volts, aborrece moradores e causa prejuízo

Orla

Os moradores e comerciantes da orla de Petrolina, na parte entre o Hotel Palace e o Iate Clube, não sabem mais o que fazer para resolver o problema da baixa tensão na energia elétrica.

A energia de Petrolina, entregue às casas e estabelecimentos comerciais, é de 220 volts. Ou deveria ser.

Acontece que nesses locais a energia chega no máximo a 170 volts. “O ar condicionado não gela, o microondas não funciona e os freezers não conseguem gelar ou conservar“, revela um comerciante da orla.

A comunidade e  os comerciantes informam que o serviço de prontidão da Celpe atende os chamados, mas os eletricistas informam que nada podem fazer, pois a rede é deficitária. O Blog espera o posicionamento da companhia e a comunidade, as providências.

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