Ronaldo Cancão rebate críticas sobre São João de Petrolina e garante: “Prefeito zelou pelo dinheiro público”

O vereador Ronaldo Cancão (PTB) viu com naturalidade algumas críticas apontadas ontem (22) pelo integrante da bancada de oposição, Gabriel Menezes (PSL), ao São João de Petrolina, durante sessão da Casa Plínio Amorim. O governista justificou que Gabriel está executando o mesmo papel que ele cumpriu na gestão municipal passada, quando também foi líder de oposição ao então prefeito Julio Lossio (PMDB).

Mas Cancão não deixou barato as declarações de Gabriel. Ele inclusive chegou a se utilizar de uma expressão dura para rebater o colega, ao afirmar que o governo anterior “não teria moral” para criticar o São João realizado pelo atual administração.

Deixando claro que, pelo fato de atualmente ser situação não quer dizer que vá ser conivente com coisas erradas, Cancão defendeu a lisura  e transparência como ocorreu toda a organização dos festejos juninos deste ano. “O que eu quero afirmar é que o prefeito teve todos os cuidados jurídicos, o zelo pelo dinheiro público, para realizar o São João”, assegurou.

Por outro lado, o governista fez questão de ressaltar que a economia anunciada por Miguel Coelho, em mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos, para realizar os festejos este, deve-se também porque o prefeito contou com o apoio da Caixa Econômica, a qual destinou R$ 200 mil, mais R$ 420 mil do Ministério do Turismo. Além disso, a distribuidora de bebidas que abastece o evento (Itaipava) participou e ganhou a licitação, injetando mais recursos para os festejos – sem contar o aporte financeiro do Governo de Pernambuco. “No ano passado, a prefeitura gastou pouco mais de R$ 5,7 milhões utilizando a Fonte 1 (recursos próprios)”, analisou.

O vereador destacou ainda que a empresa Abdon, a qual atua no ramo há 30 anos, também ganhou o processo licitatório para cuidar da estrutura da festa – envolvendo palco, camarote, estacionamento, barracas e banheiros químicos, entre outros itens. “O custo da festa é R$ 1 milhão. A Lei 8.666 (licitações) permite à empresa para pagar a estrutura que o município não pagou. Além disso a empresa tem a obrigação de fazer uma custódia no valor de R$ 180 mil para garantir que vai assegurar o serviço, fora os R$ 40 mil pagos pela licitação”, explicou.

Polícia Federal

Sobre os artistas contratados este ano, Cancão primeiro evitou polêmicas ao argumentar que não votou no projeto de lei da vereadora licenciada e atual secretária de Cultura, propondo que 50% da programação do São João deveriam ser formados por artistas locais. Para Cancão, essa “é prerrogativa” da administração. Depois, o governista saiu em defesa do atual prefeito quanto ao valor pago às atrações nacionais, justificando que os cachês foram compatíveis ao atual momento que cada um deles vive em suas carreiras artísticas. Perguntado sobre a presença de artistas que não se encaixam no estilo junino, o vereador rebateu argumentando que Miguel trouxe para Petrolina as atrações “que a maioria da população gostaria de ver”.

Cancão aproveitou para lembrar que os festejos da gestão passada não tiveram a mesma transparência (em especial os de 2012 e 2013), tanto é que foram alvo de uma investigação realizada pela Polícia Federal (PF). “Como ainda é segredo de justiça, em breve a população de Petrolina vai saber o que ocorreu no São João de 2012 e 2013”, finalizou.

Gabriel Menezes afirma que valorização de artistas locais no São João de Petrolina fica só na teoria

Nem só de elogios vive o São João de Petrolina deste ano. Integrante da bancada de oposição, o vereador Gabriel Menezes (PSL) viu várias falhas nos festejos que estão acontecendo no Pátio Ana das Carrancas, zona oeste da cidade.

Num discurso realizado durante a sessão plenária na manhã desta quinta-feira (22) na Casa Plínio Amorim, Gabriel elencou algumas críticas, a começar pela grade de artistas locais, cujos cachês foram reduzidos em detrimento das atrações de renome contratadas para a festa.

“Eu discordo da prefeitura e da secretária Maria Elena (Cultura), que afirmam que nunca houve uma valorização aos artistas da região como agora”, reclamou, referindo-se a um projeto de lei da então vereadora Maria Elena, aprovado pela Câmara Municipal, que determinava à prefeitura destinar 50% da grade de programação aos artistas da terra. Para Gabriel, não adianta garantir os artistas locais nos festejos, se seus cachês foram reduzidos – a exemplo do de Targino Gondim e de Samuel Menino de Rua.

Ele também criticou o valor de R$ 15,00 cobrado no estacionamento, além do horário marcado para começar a programação – a partir das 18h30. “Quem trabalha no comércio, acaba perdendo seu artista preferido porque ele tocou mais cedo”, afirmou. As críticas foram respaldadas pelos demais integrantes da bancada.

Leitor critica estrutura do trânsito de Juazeiro

Residindo há pouco tempo em Juazeiro (BA), o leitor Francisco Pereira da Rocha já conseguiu detectar o que considera “falhas” na estrutura de trânsito da cidade, e decidiu enviar seu relato ao Blog.

Confiram:

Estou morando em Juazeiro há poucos meses, mas é fácil constatar e precariedade da estrutura do órgão de trânsito da cidade.

Falta material para os agentes, tais como coletes sinalizadores, cones, placas móveis, apito, dentre outros. Mas iniciou a semana com uma aberração maior ainda, que não se trata de material e sim de gestão.

Na praça onde se situa uma agência do Banco do Brasil foram colocados novos semáforos. E são necessários, de fato. No entanto, não há placas de direção a seguir, bem como não foram pintadas as faixas de pedestres.

Ali, hoje (ontem) de manhã, tinham três agentes de trânsito e dois guardas da prefeitura para fazer o quê?

Francisco Pereira da Rocha/Leitor

Alunos criticam mudanças no calendário letivo do IF Sertão-PE/Campus Zona Rural de Petrolina

Alunos do Instituto Federal Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE)/Campus Zona Rural de Petrolina não estão nada satisfeitos com as medidas que vêm sendo adotadas pela instituição no tocante ao calendário letivo. A indignação da comunidade estudantil é demonstrada principalmente porque, com a adesão às constantes greves, todo o calendário de aulas ficou comprometido.

Eles dizem que, como as duas últimas semanas foram as que mais duraram – em torno de três meses cada – ficou tudo muito “bagunçado”, e salientaram isso em informe encaminhado ao Blog. “Sabemos que os servidores públicos têm esse direito previsto em lei. O grande problema é o retorno às aulas e a construção do calendário letivo, que se torna uma bagunça”, reclamam.

De acordo os alunos, com o novo calendário proposto pelo IF Sertão-PE Zona Rural, serão agora dois semestres ‘quebrados’. O de 2017.1, que começou no dia 31 de maio, ou seja, quase no fim do primeiro semestre do ano, já deve parar no fim de junho (exigência dos docentes que solicitaram férias). Mas a bronca dos alunos é que esse calendário alterado só será cumprido no Campus Zona Rural, porque no Campus Sede, em Petrolina, não haverá paralisação dos professores no meio do ano.

Os estudantes reclamam que o calendário letivo vem sendo construído sem a opinião deles, que estão sendo os mais prejudicados. Os alunos solicitam que, em vez de férias, os professores adiantem o semestre, já tão atrasado pelas greves. Outra queixa é que, para ajustar os dias sem aulas pelas paralisações, foi criado um instrumento batizado de ‘sábado letivo’, ruim para os estudantes, pois o campus é de difícil acesso e não existe transporte regular para os alunos.

Abandono

Desistiram do sábado letivo e foi criado o ‘sábado interativo’, conforme comentários na escola, contam. Os professores irão passar projetos e os alunos irão executá-los aos sábados, com tempo determinado para enviar aos professores e apresentar ainda no final do semestre. Mais uma revolta para os alunos que reforçam estarem sendo prejudicados por conta de greves, que não teve retorno positivo nem para a instituição e muito menos para eles, que só se desestimulam e fazem com que muitos abandonem os cursos. Os alunos não aceitam mais “tanto desmando dos servidores” e querem ter maior participação nas decisões que afetam diretamente a vida deles dentro dos cursos que escolheram, acreditando e conhecendo no bom conceito do IF Sertão-PE Zona Rural.

Lagoa Grande: Apesar de estar apenas iniciando gestão, Cappellaro não escapa das críticas

Em Lagoa Grande (PE), no Sertão do São Francisco, a população não está dando tempo ao atual prefeito Vilmar Cappellaro (PMDB) nesse início de gestão. Ele vem sofrendo um verdadeiro ‘bombardeio’ de críticas. A situação tem chamado a atenção na região.

O desabafo dos lagoagrandenses é feito via imprensa, com ênfase nos blogs locais e nas mídias sociais. As reclamações são feitas principalmente nas áreas de saúde, educação e em serviços como o apoio a estudantes universitários, que tinham transporte de graça para se deslocar a instituições de ensino localizadas em cidades vizinhas como Petrolina – cortado por Cappellaro.

Esse impasse ocorre desde o começo do ano. Mais recente, a falta de medicamentos nas unidades básicas de saúde reforçou a lista de críticas ao gestor, que após as reclamações terem se multiplicado, fez aparecer da noite para ao dia os medicamentos nos postos.

Cappellaro tem pedido calma, diz que sabe que as demandas são muitas e que tem procurado executar o que pode na gestão, mas além da situação econômica atual ser ruim no País, recebeu “uma herança de dívidas” que tem inviabilizado seu trabalho nesse começo de administração, o que o impede de colocar em prática até o momento a sua proposta de governo. Ele reforça que é cedo, pois irá cumprir o que se propôs durante a campanha eleitoral.

Só que ele sabe que já está no meio do ano e vem ficando difícil a população entender seu argumento, diante da urgência e da expectativa que o povo de Lagoa Grande tinha de sua atuação como prefeito, já que tem boa fama como administrador na rede privada. Esse, com certeza, deve ser o principal desafio de Cappellaro no seu primeiro cargos político. É aguardar.

Vereadores discordam de Zé Batista sobre comportamento de colegas em sessões da Câmara

O vereador licenciado José Batista da Gama (PDT), atual secretário de Desenvolvimento Econômico e Agrário de Petrolina, não teve suas críticas bem absorvidas por seus colegas quanto ao comportamento deles nas sessões do Legislativo Municipal. Zé Batista ressaltou essa posição em entrevista à imprensa local. Para o secretário, os vereadores precisam “pensar mais na cidade, e não em debates pessoais” nas reuniões plenárias.

Aero Cruz (PSB), companheiro de bancada de Zé Batista, concordou em parte que houve algumas discussões paralelas que atrapalharam os trabalhos da Casa, levando para o lado partidário e pessoal, o que contribuiu para desgastar a imagem da Câmara, mas já foi posto que esse tipo de comportamento será amenizado pelos atuais vereadores.

“Foram discussões que denegriram a imagem do Legislativo, mas já colocamos que não irão continuar, tanto da parte da oposição quanto da situação. Vamos é trabalhar para fazer o melhor para Petrolina”, comentou. Outro companheiro governista do secretário Zé Batista e já no terceiro mandato, o vereador Ronaldo Cancão (PTB) chamou a atenção para a naturalidade das discussões em plenário.

“Respeito com serenidade a fala do vereador e prefiro não comentar a visão pessoal de cada vereador. Cumpro o meu papel. Tenho uma forma de agir. Cada um tem seu temperamento. Sempre me preparo para o mandato, sou disciplinado, faço o meu papel e cumpro com o meu trabalho”, assinalou.

Oposição

Líder da oposição, o vereador Paulo Valgueiro (PMDB) procurou amenizar a crítica de Zé Batista e “jogar” a responsabilidade no ‘colo’ da situação.“São afirmações à bancada da qual ele faz parte. Nós temos feito uma oposição propositiva, discutindo ações para a melhoria de Petrolina. E os pedidos que temos feito aqui, muito embora não tenham sido atendidos pelo governo municipal, são questões para melhorar Petrolina como um todo, e não a questão individual de qualquer que seja o vereador”, disse o peemedebista.

Presidente da Casa, o vereador Osório Siqueira (PSB) lembrou que o colega Zé Batista também já teve seus momentos mais acalorados na Casa Plínio Amorim. Ele disse que é prática comum dos parlamentos os debates mais acirrados e as discussões calorosas. “A gente sabe que não é bom. O vereador Zé Batista já teve atritos aqui também. Só não é bom atingir a imagem da Casa. Não concordo. A gente espera que os vereadores saibam fazer as colocações, mas sempre vai existir esse momento mais acalorado. A política é assim. A gente reforça é que se tenha mais respeito e que as discussões não atinjam a imagem de cada um. Também não iremos aceitar desqualificar o trabalhos dos vereadores”, registrou Osório.

Zenildo sai em defesa de Miguel e garante: “Prefeito não trocou a saúde pública pelo São João”

Crítico dos mais ferrenhos à saúde pública durante a gestão do ex-prefeito Julio Lossio (PMDB), o vereador governista Zenildo do Alto do Cocar (PSB) minimizou os comentários negativos acerca da programação oficial junina anunciada pelo prefeito Miguel Coelho (PSB). Para alguns comunitários, o gestor deveria priorizar investimentos no intuito de melhorar os serviços e a estrutura nas unidades de saúde. A este Blog, Zenildo encarou com naturalidade as críticas, mas ressaltou que não partem da maioria dos petrolinenses.

“Essas críticas vêm da oposição, porque a maioria da população aprovou a programação junina deste ano”, rebateu o vereador. Ele se apegou em dois pontos para embasar sua argumentação: o primeiro é que Miguel vai conseguir realizar a festa com R$ 1 milhão a menos do que foi gasto em 2016 (último ano do Governo Lossio), trazendo muito mais atrações. Além disso, o socialista não deixou de fazer ações necessárias no setor de saúde.

O governista afirmou que além de retomar o ‘São João nos Bairros’, Miguel viabilizou, por meio da Secretaria de Saúde, parcerias para a realização de mutirões de cirurgias – a exemplo de procedimentos que obrigavam pacientes a se deslocarem para grandes centros urbanos, como Recife (PE). Zenildo destacou ainda que o atual prefeito prometeu o reforço de mais um médico na UPA, para desafogar os atendimentos.

Ele disse que Miguel encontrou “uma estrutura caótica” quando assumiu o município, com débito de R$ 11 milhões só na saúde. Mas aos poucos vem se esforçando para colocar “a casa em ordem”, após quase cinco meses. O vereador reconheceu que administrar uma prefeitura como a de Petrolina não é missão fácil, mas deixou claro que cobrará do aliado, quando houver necessidade. “Ele assinou uma ordem de serviço, ainda ontem (23) no São Gonçalo, para viabilizar a pavimentação e o esgotamento. Acho que agora em julho ele vai iniciar esse serviço em outros bairros como Vale do Grande Rio, Pedro Raimundo, Jardim Amazonas, Alto do Cocar. As AMEs estão funcionando, os testes de diabéticos estão voltando a ser realizados, os mutirões de cirurgias cardíacas estão acontecendo. O prefeito tem nos atendido. Então, acho esse início bastante positivo”, finalizou.

Após críticas de deputado, vereadores de Juazeiro saem em defesa de Isaac Carvalho

Como este Blog adiantou ontem (22), confirmaram-se os rumos de afastamento entre o grupo do ex-prefeito de Juazeiro (BA), Isaac Carvalho (PCdoB) e o deputado federal José Carlos Araújo (PR). O parlamentar esteve na cidade no último final de semana e teria questionado a atuação do ex-gestor, que agora é assessor de Planejamento e Parcerias Estratégicas da prefeitura.

Segundo informações, José Carlos Araújo teria criticado o ex-prefeito ao relembrar que Juazeiro perdeu mais de R$ 2  milhões de recursos de suas emendas porque estava inadimplente na primeira gestão de Isaac.

Na sessão de ontem (22), na Casa Aprígio Duarte Filho, vereadores de situação e oposição sentiram as dores de Isaac e saíram em defesa do ex-prefeito. De Agnaldo Meira (PCdoB) a Neguinha da Santa Casa (PMDB), os vereadores foram unânimes e duros nas críticas às declarações de Araújo.

Na tribuna, criticaram que “candidatos de fora” vêm em busca de apoio em Juazeiro e não voltam nem para agradecer. “Os deputados vêm a nossa cidade com um discurso de apoio e ajuda, mas no Congresso Nacional votam contra o trabalhador, votam contra o povo brasileiro, votam contra os direitos previdenciários“, cutucou Meira.

O presidente da Câmara, Alex Tanuri (PSL) também defendeu Isaac e alertou: “Temos de tomar cuidado”. Já Reinaldo Sabino (PCdoB) disparou: “É muito deselegante um deputado federal, que até então estava na nossa base, vir dizer somente agora que Juazeiro deixou de receber emendas depois que o prefeito Isaac já concluiu o seu mandato”.

Oposição

Os opositores Aníbal (PTC), Tia Célia (PTC) e Neguinha da Santa Casa (PMDB) também ficaram do lado de Isaac e reconheceram o trabalho feito nas duas gestões. Alegaram que deputados “de fora” vêm a Juazeiro discorrer sobre o que não conhecem. O vereador Gleidson Medrado (PSD), aliado de Araújo, não se pronunciou. (foto/divulgação)

Ex-prefeito de Salgueiro rebate críticas do atual gestor sobre dívidas herdadas

O prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (PMDB), divulgou na última terça (16) uma nota informando que herdou, da gestão anterior, débitos de mais de R$ 2 milhões junto à Receita Federal, referentes ao exercício de 2012, decorrentes de compensações indevidas. Afirma ainda na nota que, em decorrência deste fato, o município estava inadimplente, ocasionando bloqueio de recebimento de recursos. Também em nota, o ex-prefeito Marcones Libório (PSB) rebateu.

Segundo ele, ocorre que os valores em questão estiveram retidos, indevidamente, pela RFB (Receita Federal do Brasil) nas cota partes do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), fato ocorrido de julho de 2011 a julho de 2013, sendo obrigatório aos municípios realizarem as compensações para não gerar pagamento em duplicidade, conforme planilha e extratos anexos.

​”Os valores objetos dessas compensações foram auditados pela Receita Federal e se encontram com a exigibilidade suspensa, em razão de defesa administrativa. Inclusive, esses mesmos procedimentos foram questionados pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, na Prestação de Contas de 2012, julgadas e já aprovadas pelo TCE“, lembrou Libório.

Na nota, o ex-prefeito informa que  restaram afastadas as irregularidades relativas ao não recolhimento de contribuições dos servidores ao RPPS e ao não repasse das contribuições patronais do regime geral de previdência social” (acordão TC 0207/17) ​”Lamentável como uma administração irresponsável e incapaz esquece as promessas de campanha e não demonstra o menor respeito e preparo para gerir nossa Salgueiro, valendo-se de artifícios midiáticos para esconder a sua incompetência administrativa.”, escreveu.

Defesa

Marcones frisa que o município de Salgueiro teve 16 anos de “história limpa, transparente e com gestão de alta qualidade, respeitada e premiada em nível nacional”, valorizando políticas de saúde, educação, resíduos sólidos, transporte escolar, pagando em dia fornecedores, prestadores de serviço e principalmente os seus servidores, garantindo-os uma política exclusiva de aumento anual de seus subsídios e vencimentos.

​Na verdade, a herança para a atual gestão, somadas todas as contas municipais, entre elas fundos de educação, de assistência, de saúde, de previdência e da própria Prefeitura, foi de quase R$ 30 milhões em caixa. ​Como num passe de mágica, o município entra em calamidade financeira gerando enxurrada de dispensa de licitação que somam mais de R$ 5 milhões, representando 82% das processos licitatórios realizados até a presente data, além de um carnaval milionário sem prestação de contas, o que demonstra falta de transparência e respeito com a população e principalmente a seus eleitores”. O ex-gestor diz que, “com tranquilidade e com calma”, manterá o acompanhamento na defesa de Salgueiro.”Seremos firmes em encaminhar todas essas calúnias à Justiça, sem medo”, conclui Marcones.

Comunitário do Residencial Vivendas solta o verbo contra barulho excessivo e clama às autoridades

O barulho excessivo de som volta a ser alvo de críticas em Petrolina. O problema, agora, afeta a comunidade do Residencial Vivendas.

Em contato com este Blog, um morador (que prefere o anonimato) relatou os transtornos causados por conta do desrespeito à Lei do Silêncio.

Solicito que as autoridades que combatem o barulho venham no Vivendas, pois o barraco é grande! Neste domingo (14) a noite toda foi barulho de uma banda, com bebedeiras. A Guarda Municipal passou do lado e não fez nada! gostaria de saber se a Lei do Silêncio existe para que, e quem tem direito? E por que estas ‘festas’ são permitidas? aqui é local de residências, e não de farras! o sono é sagrado para o trabalhador”. Haja bronca.

Aliado de Miguel Coelho sobe o tom das críticas a Paulo Câmara: “Muito ruim”

O vereador de Petrolina, Gaturiano Cigano (PRB), ‘detonou’ o governador Paulo Câmara (PSB) na última sessão da Câmara Municipal, ocorrida nesta quinta, 11. Mesmo sendo do grupo liderado pelo prefeito Miguel Coelho, companheiro de partido de Câmara, o vereador não mede as críticas quando o assunto é o governador. Ele subiu o tom e o foco foi a política de saúde e segurança pública de Câmara, que para Cigano, não disse a que veio até hoje como governador.

Posso até votar numa possível reeleição dele, se ele fizer alguma coisa nesses últimos dois anos de governo. Mas nesse momento, ele é muito ruim“, declarou Cigano, sem nenhum constrangimento em criticar uma aliado do prefeito que apoia.

Sou aliado de Miguel, não ‘enlinhado’. Até agora não escutei nada de Miguel e esse é meu comportamento. Não estou mentindo. Temos aqui viaturas sucateadas, a saúde também deixa a desejar. Ainda estou avaliando se irei comparecer na programação dele aqui. Meu comportamento é assim e o mandato é meu. Essa é minha forma de agir“, antecipou Gaturiano Cigano, referindo-se à vinda este mês de Câmara e sua equipe à cidade no seminário ‘Pernambuco em Ação’.

Oposicionistas criticam Cancão por entregar relatórios da violência a governador, sem consultar colegas: “Parlamentarismo individualista”

A bancada de oposição na Casa Plínio Amorim não gostou nem um pouco da atitude do vereador governista Ronaldo Cancão (PTB), que na última sexta-feira (5) entregou ao governador de Pernambuco Paulo Câmara (PSB), em Ouricuri, no Sertão do Araripe, dois relatórios sobre audiências públicas em Petrolina que abordaram a problemática da violência. Segundo os oposicionistas, Cancão pensou apenas em fazer “lobby político” junto ao governador, sem consultar nenhum colega da Casa.

Em nota, a bancada alfinetou duramente o governista. Confiram:

A bancada de oposição da Casa Plínio Amorim vem a público esclarecer que não comunga com a conduta do vereador Ronaldo Souza. O referido edil, no afã de fazer lobby político junto ao Governador Paulo Câmara, usou de um expediente não coletivo quando se trata de parlamentarismo.

Foi pessoalmente, e sem consultar nenhum colega de bancada, nem seu líder, e muito menos a oposição, levar ao governador um relatório que ele produziu “sozinho”, como resultado da audiência pública promovida pela Câmara de Vereadores de Petrolina sobre segurança pública. Um parlamentarismo individualista, que o referido vereador, que se diz sempre ético e comprometido, exercitou, esquecendo que ele mesmo pediu apoio aos colegas da Casa para realizar a audiência, mas não respeitou a discussão parlamentar gerada no evento.

Assim, por entendermos que o relatório não contempla a diversidade de contribuições dos demais vereadores e, portanto, não nos representa, sugerimos ao vereador Ronaldo Souza uma revisão do documento, com democracia, garantindo dessa maneira interesses efetivos do nosso povo, maior interessado na solução dessa problemática.

Bancada de Oposição/Casa Plínio Amorim

(Foto/arquivo Blog)

Leitora solta o verbo contra morosidade de agência da Caixa Econômica em Juazeiro

A já conhecida morosidade das agências bancárias da região no atendimento aos seus clientes mereceu duras críticas da leitora Elaine Azevedo. Ela reclama da Caixa Econômica em Juazeiro (BA), onde ontem (25) ficou mais de duas horas para ser atendida.

Confiram o desabafo da leitora.

Britto, quero deixar registrado meu repúdio em relação ao atendimento dispensado pela Caixa Econômica de Juazeiro, agência 0080, aos seus usuários. Estive lá semana passada por duas vezes e estava praticamente impossível entrar e/ou permanecer lá dentro, desisti e fui embora.

Ontem eu consegui entrar às 14h20 e fiquei em pé na fila expressa junto a outra dezena de usuários, só sendo atendida às 16h30. Após isso, fui encaminhada para o segundo atendimento…é desumano. Entendo que a demanda é grande, mas nada justifica uma pessoa ficar em pé, numa fila que deveria ser expressa, por tanto tempo.

As pessoas quando vão a um banco buscam a solução do seu problema e merecem um atendimento digno. Mesmo que seja irreal a Lei dos 15 minutos, ficar tanto tempo parado é desumano. E para completar, eles não fornecem senha com o horário da entrada para dificultar a comprovação, pelo usuário, de tempo dispensado dentro do banco.

Elaine Azevedo/Leitora

Compesa esclarece críticas de comunitário sobre falta d’água em Pau Ferro

Em resposta a este Blog, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) esclareceu as críticas feitas pelo comunitário Dácio Quirino, residente no Povoado de Pau Ferro, acerca da falta d’água que atinge a localidade.

Confiram a nota enviada pela assessoria da Compesa:

A Compesa informa que, no mês de abril, enfrentou problemas sucessivos de estouramentos na Adutora Maria Tereza, além de uma queda de energia elétrica que danificou a subestação do Sistema Integrado de Abastecimento Maria Tereza, que atende Pau Ferro – além de outras localidades na zona rural de Petrolina, como Rajada, Caboclo e Extrema Catinga Grande, e ainda os municípios de Afrânio e Dormentes.

Dessa forma, o Povoado de Pau Ferro teve o abastecimento prejudicado durante seis dias, neste mês. A companhia já resolveu o problema e o abastecimento da localidade foi normalizado na última sexta-feira (21).

Compesa/Ascom

(Foto: Jorge Hirata/reprodução)

 

Artigo do leitor: “O desastre administrativo”

Neste artigo, o jornalista Machado Freire critica duramente a atual administração municipal de Salgueiro (PE), Sertão do São Francisco, nesses primeiros cem dias.

Confiram:

Está acontecendo aquilo que antevimos “desde os primórdios”: falta de competência administrativa e conhecimento político. Jogo de cintura e “cabelo na venta”.

Ora, o “entendimento” que resultou numa larga vitória (nas urnas) de mais de 3.600 votos reuniu representantes de 15 agremiações partidárias. Diga-se de passagem (e com toda sinceridade), a maioria com sede ao pote, despreparada e com (legítimos) interesses próprios.

Vender caixão de defunto, carne de porco e “tocar” um time de futebol é muito diferente de administrar um município mergulhado em problemas há muito tempo.

Começou tudo errado e atrapalhado, a partir dos decretos, da falta de controle e de transparência na máquina pública. Buscaram confundir o público com o privado.

O município em “estado de calamidade financeira” realizou um Carnaval cujas despesas ainda permanecem desconhecidas.

Deram preferência à contratação de pessoas, quando existiam profissionais concursados. Inverteram o processo.

Contrataram, sem licitação, uma empresa para cuidar do lixo e essa empresa só tem causado problemas para os trabalhadores, que reclamam pagamento de salário e outros direitos trabalhistas.

E o jogo ‘de empurra’ que se estabelece com a emissão de medidas que logo são canceladas e de outras que são retardadas, como a licitação do transporte escolar e do próprio lixo.

E as “farrapadas” com “escalação do time”, hein?

Anunciou-se aos quatro cantos da cidade que o secretário de Cultura e Esportes seria Cristiano Vasconcelos, que, inclusive, começou a trabalhar de forma voluntária. De repente, oficializa-se nessa pasta um sobrinho do vice-prefeito.

A importante pasta da Educação passou quase três meses para ter o nome da titular anunciado. Foi “um parto ” muito difícil, diga-se de passagem.

Passados os tão esperados 100 dias de administração, ninguém sabe ainda quem é o jornalista responsável pela comunicação do governo municipal de Salgueiro.

Ainda não foi escolhido (eleito ou indicado) o líder do governo na Câmara Municipal que, espera-se, se mantenha como poder independente e harmônico, tal como o Executivo.

Nosso jornal, Folha do Sertão, que existe há mais de 15 anos, nunca recebeu um release ou uma pauta sobre as atividades da atual administração do município.

Para finalizar, sugiro que passem a imaginar que a Prefeitura Municipal de Salgueiro é um órgão (uma repartição) pública, que administra um município que se mantém com o trabalho dos eleitores, trabalhadores, empresários e contribuintes que pagam impostos.

A empresa particular, de quem quer que seja, é outra coisa.

Machado Freire/Jornalista (foto/reprodução)

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