Humberto critica cortes do Governo Temer nos recursos do Programa de Revitalização e Transposição do São Francisco

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Marcando presença em Petrolina ontem (28), quando participou da convenção que homologou as candidaturas de Odacy Amorim a prefeito e de Léia Araújo a vice, o senador Humberto Costa (PT) criticou os cortes anunciados pelo presidente interino Michel Temer nos recursos do Programa de Transposição e Revitalização do Rio São Francisco. Conhecido como o maior programa de infraestrutura hídrica do país, a transposição – cujo prazo de conclusão seria o final deste ano – deve deixar de receber investimentos da ordem de R$7,5 bilhões. Os recursos serviriam para ações de recuperação de nascentes e áreas degradadas, gestão e fiscalização ambiental, entre outros.

Inicialmente orçado em R$ 10 bilhões, o programa que daria continuidade à transposição só terá 25% do valor previsto para atender ações de saneamento e esgoto. Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), o qual é relator da comissão especial do Senado que fiscaliza os trabalhos, isso mostra a falta de prioridade com a obra.

Quando o presidente Lula encampou esse projeto, era para mudar uma história que ele mesmo viveu como pernambucano. Uma história de seca e de governos que vivam desta indústria. A transposição veio para mudar essa realidade e é de importância vital para o desenvolvimento de todo o Nordeste. Cortar investimentos na obra é de uma insensibilidade não só com Pernambuco, mas com toda a nossa região. Não vamos deixar que um governo provisório atrapalhe o andamento deste projeto”, disse.

A obra de transposição já está com mais de 80% concluída. A transposição vai beneficiar 12 milhões de pessoas em 390 municípios de quatro estados nordestinos: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.

Produtores rurais do norte da Bahia participam de curso sobre cortes artesanais de caprinos e ovinos

Uma turma de criadores de caprinos e ovinos da região de Juazeiro, norte da Bahia, agentes do Programa Bioma Caatinga, técnicos em zootecnia e outras pessoas ligadas à cadeia produtiva desses animais tiveram o privilégio de observar como são feitos esses cortes. O curso realizado no abatedouro Campo do Gado, em Juazeiro, foi ministrado pelo produtor rural especializado em cortes artesanais e derivados de caprinos e ovinos, Isaías Valim, que mora em São Paulo.

Isaías trabalha com a criação e a venda de bodes e carneiros desde a adolescência e se especializou em cortes para vender seus produtos por um preço melhor. Ele veio à região conhecer projetos ligados à caprinovinocultura local e aceitou o convite de produtores rurais para fazer uma demonstração do que ele faz em São Paulo para agregar valor à carne de bode e carneiro.

Esse curso é muito importante para capacitar o que a gente está produzindo, porque a gente precisa agregar valor nesses cortes. Então, quando eu via, anos atrás, que estava só comercializando carcaças e depois essas carcaças eram desdobradas em cortes, eu pensei: por que não fazer?” disse Isaías. O pai dele foi dono de açougue e ele foi trabalhando dentro do estabelecimento da família para se especializar nesta área. Segundo Isaías, as mesmas peças que existem no boi também existem no carneiro e no bode, e ele foi fazendo os cortes que já existiam no mercado, mas também passou a desenvolver seus próprios cortes. A partir daí começou a vender a carne de caprinos e ovinos por um preço bem melhor que o preço que ele conseguia na carcaça.

Para se ter uma ideia da valorização da carne vendida em cortes, basta fazer a comparação. O quilo da carne de bode ou carneiro é vendido hoje em açougues e supermercados dos municípios assistidos pelo o Programa Bioma Caatinga (Remanso, Casa Nova, Curaçá, Uauá e Juazeiro), como manta salgada ou como carcaça a um preço que varia entre R$ 13,00 e R$ 19,00. Em São Paulo, depois de fazer os corte, Isaías chega a vender o filé mignon, por exemplo, a R$ 150,00 o quilo. O carré é vendido entre R$ 75,00 e R$ 85,00 o quilo. A picanha de carneiro a R$ 55,00 o quilo. O pernil redondo a R$ 45,00 e a paleta a R$ 40,00 o quilo. O corte mais barato é o pescoço, que é vendido a R$ 20,00 o quilo. De um único animal é possível fazer mais de 30 cortes para a alta gastronomia.

Metodologia

Anamaria Ribeiro tem uma empresa de consultoria na área da caprinovinocultura e foi uma das organizadoras do curso. Ela  disse que quer implantar essa metodologia de comercialização na região como uma forma de dar mais poder ao produtor para cobrar um preço melhor por seu produto, como também valorizar o seu trabalho e melhorar a sua condição de vida. “A gente tem aí como produzir melhor aqui pra nossa região e inclusive exportar para outras regiões” destacou Anamaria. (foto: Bioma Caatinga/divulgação)

Paulo Câmara admite que cortes na meta podem ser maior do que o previsto

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Prestes a fechar a meta de cortes da máquina estadual para ganhar folga no caixa, o governador Paulo Câmara (PSB) admite que a economia prevista poderá ultrapassar a meta inicial de R$ 600 milhões. Segundo o gestor, o contingenciamento deverá ficar em torno de R$ 600 milhões a R$ 700 milhões, o que deverá dar uma folga aos cofres estaduais para fazer investimentos. Nos últimos dias, Paulo se dedicou ao fechamento dos cortes e à pactuação das metas de cada secretaria.

“Estamos fazendo os cortes e trabalhando. Fechou em torno de R$ 600 a R$ 700 milhões nesse primeiro momento. Faltam poucas secretarias fecharem, mas os tetos já foram estipulados. Então, é ver exatamente as ações que vão ser priorizadas ou não nas poucas secretarias (que ainda não fecharam). Estamos andando com a expectativa que haja uma melhora econômica também que isso pode nos ajudar muito a encerrar o ano”, afirmou Paulo Câmara, ontem (16), após inauguração do Terminal Integrado de Abreu e Lima.

A expectativa do chefe do Executivo é que haja uma melhora no cenário nacional para evitar o aprofundamento de medidas duras no Estado. Uma das apostas para folgar o caixa estadual é o alongamento da dívida dos Estados.

A previsão era que o presidente interino Michel Temer (PMDB) se reuniria com os governadores nesta semana para negociar o pagamento, mas o encontro foi adiado. “É importante a gente ter uma definição disso porque isso pode nos dar o planejamento necessário no segundo semestre”. (fonte: Folha de PE)

Cortes do governo federal podem levar Judiciário a trocar urna eletrônica pela de papel

urna-eletronica-mao-407Os cortes impostos pelo governo federal ao Poder Judiciário colocam em risco o uso pleno das urnas eletrônicas nas eleições de 2016. Sem poder mexer em R$ 428,7 milhões previstos em seu orçamento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que o contingenciamento “inviabilizará” o uso do sistema eletrônico no próximo ano, segundo portaria publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União.

A assessoria de imprensa do TSE afirma que o corte prejudicaria o uso integral das urnas em todo o país, pois parte dos equipamentos costuma ser renovada periodicamente. Assim, algumas regiões teriam de recorrer às cédulas de papel, enquanto outras manteriam o sistema atual.

Segundo o ministro Dias Toffoli, presidente da corte, a falta de dinheiro em caixa prejudicará a aquisição e a manutenção de equipamentos necessários para a execução do pleito do próximo ano, prejudicando inclusive licitação já em andamento. Em nota, ele afirmou que a medida causará “dano irreversível e irreparável”, pois qualquer demora atrasará o trabalho dos cartórios eleitorais brasileiros.

Toffoli diz que o bloqueio no orçamento “compromete severamente” vários projetos do TSE e dos tribunais regionais eleitorais. Mas ainda haveria alternativa se o Congresso aprovar o Projeto de Lei do Executivo 5/15, que altera a meta de resultado primário deste ano e autoriza o governo a fechar 2015 com déficit primário de até R$ 119,9 bilhões.

O ministro afirma que, junto com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, vai “envidar todos os esforços no Congresso Nacional para que as verbas devidas sejam autorizadas, a fim de se garantir a normalidade das eleições do ano que vem”.

Aperto

A portaria ainda é assinada pela direção dos outros órgãos ligados ao Judiciário com orçamentos administrados pela União, que também ficarão impedidos e emprenhar e movimentar parte do dinheiro previsto. No total, serão contingenciados R$ 1,7 bilhão. O STF ficará sem R$ 53,2 milhões, enquanto o Superior Tribunal de Justiça sofrerá cortes de R$ 73,3 milhões. No Conselho Nacional de Justiça, ficarão no papel R$ 131,1 milhões. (fonte: Conjur)

Vídeo Blog: Os cortes no número de carros-pipas para o Sertão

Dilma volta a negar cortes no Bolsa Família

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A presidente Dilma Rousseff (PT) negou mais uma vez, em cerimônia de entrega de residências do ‘Minha Casa, Minha Vida’ nesta quinta-feira (29), que o Bolsa Família sofrerá reduções no ano que vem. A declaração é contrária à intenção do deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento da União de 2016, de cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família.

Dilma afirmou que a possibilidade de cortes no Bolsa Família e mesmo no Minha Casa, Minha Vida, programas classificados por ela como fundamentais, não passam de um “boato”. Segundo a presidente, as despesas devem, sim, ser reduzidas pelo governo. Ela citou como exemplo as medidas tomadas recentemente, como o corte de ministérios e a redução de salários dela e dos ministros.

O governo federal não vai parar o Bolsa Família ou diminuir o Bolsa Família ou não pagar em dia o Bolsa Família. Muita conversa que não é séria, que é a conversa do boato, aparece”, declarou a presidente em discurso feito em Brasília. “O Bolsa Família não vai ser interrompido. O Minha Casa, Minha Vida não vai ser interrompido”, disse.

“O Minha Casa, Minha Vida, além de permitir a realização do sonho da casa própria, tem o mérito de garantir emprego na construção civil”, falou ainda a presidente. De acordo com ela, o anúncio feito pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, sobre as contratações para a terceira fase do programa habitacional está confirmado. (fonte: JC Online/Agência Brasil/foto: José Cruz/AgBr)

Dilma assegura que não haverá cortes no Bolsa Família

dilma assinaA presidente Dilma Rousseff afirmou que não vai aceitar nenhum tipo de corte no programa Bolsa Família, conforme prevê o relator do Orçamento na Comissão Mista da Câmara, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR). Durante um evento no Palácio do Planalto, ela disse que ela tem um “compromisso inarredável” com a manutenção do programa.

Não vamos recuar na garantia de direitos aos nossos cidadãos”, afirmou a presidente. Mais tarde, durante uma entrevista coletiva, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, reafirmou que o Governo não pretende fazer nenhum tipo de corte nesta área, mesmo com uma previsão de déficit orçamentário para o ano que vem. “O Bolsa Família é um programa fundamental para que a gente rompa com o ciclo da exclusão social. Evidentemente, sem cortes. Se possível, vamos aumentar.”

Reconhecido internacionalmente por sua eficiência, principalmente pela Organização das Nações Unidas e pelo Banco Mundial, o Bolsa Família atende 48 milhões de brasileiros, quase um quarto da população nacional. Criado há 12 anos, ele é um programa assistencial de transferência de renda que paga de R$ 77 a R$ 427 por mês a famílias que tenham rendimento mensal inferior a R$ 154 per capita.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, desde que foi criado no Governo Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, ao menos 36 milhões de pessoas deixaram a pobreza extrema. Um levantamento feito pela ONU aponta que um dos principais responsáveis pela redução de 73% na mortalidade infantil entre os anos de 1990 e 2015 se deve a esse programa de transferência de renda.

Fraudes

Uma das principais críticas ao programa está na suspeita de fraudes que favorecem alguns beneficiários. Nos últimos anos o Governo aumentou a fiscalização dos beneficiados e, só em 2015, excluiu cerca de 780.000 pessoas de seus cadastros. Nos últimos 12 anos, conforme o ministério, 3,1 milhões de famílias deixaram voluntariamente o programa. Os gastos com o Bolsa Família atingem 0,5% do produto interno bruto (PIB) do Brasil. (fonte: El País/foto arquivo reprodução)

A crise chegou: Prefeitura de Petrolina anuncia corte em funções gratificadas

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Atingida pelo cenário de crise econômica enfrentada pelo Brasil, a Prefeitura de Petrolina anuncia que partir de 1º novembro a administração municipal fará cortes em todas as funções gratificadas, pagas aos servidores municipais. A medida atinge todos os setores da gestão e os servidores beneficiados com gratificações receberão os valores de maneira regular no mês de outubro. As mudanças passam a valer a partir dos pagamentos de novembro.

De acordo com o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Geraldo Junior, o corte nas gratificações é uma ação do governo municipal para evitar demissões.  Mesmo com os cortes anunciados, o prefeito Julio Lossio garante que o calendário de pagamento dos salários dos servidores será mantido. (Com informações da Ascom PMP)

Greve mais longa da Univasf completa 72 dias e professores voltam a lamentar corte de verbas

IMG-20151005-WA0009 (2)A greve mais longa já realizada pelos docentes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) completa nesta segunda-feira (5) 72 dias, sem acordo. Como parte do calendário de mobilizações, alguns professores da instituição foram ao Centro de Petrolina na manhã de hoje, onde ministraram aulas aos petrolinenses na Praça do Bambuzinho, Avenida Souza Filho.

A maior insatisfação dos professores é com relação aos cortes feitos pelo Governo Federal, que segundo eles, irão prejudicar drasticamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão.

“Estes cortes vão paralisar a pesquisa da Univasf. E nós precisamos mobilizar toda a comunidade para que as pessoas tenham conhecimento da gravidade e dos prejuízos”, disse o professor Aníbal Livramento.

Ainda segundo o professor, os cortes provocaram a demissão de mais de 230 trabalhadores terceirizados, fato que, segundo ele, gera prejuízos não só financeiros, mas sociais. “Uma das políticas que teve corte foi o custeio, de 10%, que levou à demissão de centenas de terceirizados. Quando se fala em corte de verbas, isso impacta em corte de renda para várias famílias e gera um problema até mesmo social”, disse o professor.

A pauta de reivindicações da categoria inclui ainda a reestruturação do Plano de Cargos e Carreiras da categoria.

Senac poderá cortar 2 mil vagas em Pernambuco

senac-pe-cursos-gratuitosSe forem concretizados, os cortes no Sistema S vão diminuir as atividades e cursos oferecidos pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Pelo menos dois mil alunos ficarão sem cursos, cinco mil matrículas deixarão de ser realizadas em 2016 e 981 trabalhadores serão desligados do Sesc e do Senac, de acordo com uma estimativa feita pelo Sistema Fecomércio-PE. A simulação foi feita com a redução de 30% do orçamento do Sistema S anunciada na última segunda-feira (14), pela presidente da República, Dilma Rousseff (PT), como uma das medidas do ajuste fiscal do governo federal.

O número de alunos a serem prejudicados em 2016 pode ser maior, dependendo da redução das turmas, segundo o presidente do Sesc e do Senac, o professor Josias Albuquerque. Ele argumenta que o número de turmas está relacionado à quantidade de professores. Num primeiro momento, os desligamentos atingiriam primeiro os prestadores de serviços, que somam 42 dos 1.773 colaboradores do Sesc e 653 profissionais dos 1.498 que trabalham no Senac.

O plano do governo federal é empregar os recursos que serão cortados do Sistema S na Previdência, para cumprir a finalidade do ajuste fiscal, que é gerar mais receitas e cortar despesas. Os recursos que mantêm as entidades do Sistema S têm origem sobre a folha de pagamento das empresas, sendo de 1% para o Senac e de 1,5% para o Sesc, totalizando 2,5%. Esses recursos são recolhidos pela União e repassados às entidades.

Para 2016, somente o Sesc tinha previsto mais de 39 milhões de atendimentos nas áreas de educação, em saúde, cultura, lazer e assistência social. Já a meta do Senac para 2016 era atender 7.390 alunos somente no Programa Senac de Gratuidade (PSG). No Estado, o Senac oferece 640 cursos, incluindo 5 de graduação, 12 de pós-graduação, 22 de extensão, 37 técnicos, 454 cursos livres e 110 de educação a distância.

Obras ameaçadas

O corte do orçamento ameaça também as obras previstas pelo Senac e Sesc. Na quarta-feira (17), informações divulgadas pelo Palácio do Planalto acenavam que a possibilidade do corte no orçamento do Sistema S é de 20%, porque a medida desagradou os empresários, incluindo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, que criticou a medida. Ele atuou como presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ambas ligadas ao Sistema S. (fonte: JC Online)

Os cortes do Governo de Pernambuco e o Hospital da Mulher de Petrolina

paulo camara_640x427O anúncio feito esta semana pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara, de que o estado terá R$ 1 bilhão a menos em investimentos por conta da crise econômica, deverá afetar o cronograma de obras importantes da gestão do socialista.

No Sertão, por exemplo, as expectativas em torno da implantação do Hospital da Mulher de Petrolina são grandes. Da última vez que veio à cidade, no final de julho, Câmara assegurou que a obra sairá até o final do seu mandato. Mas perguntar não ofende: e se a crise econômica perdurar mais do que o previsto, será que o hospital sairá, assim mesmo?

Municipio de Uauá ‘quase’ em situação de emergência financeira

olimpio cardosoA situação do município de Uauá, no norte da Bahia esta cada vez mais difícil. Através do Decreto 325 publicado no Diário Oficial do município na segunda-feira (04), o prefeito Olímpio Cardoso retirou gratificações dos profissionais da Educação, atitude criticada pelo vereador de oposição Deusdete Ferreira de Souza, o Gugu (PP).

O vereador afirmou que era inconstitucional a retirada das gratificações dos professores que segundo ele, foram adquiridas por Lei. Já o gestor municipal garante que não estaria tirando gratificações de ‘direito’.

O prefeito justifica que a suspensão foi para atender a lei de Responsabilidade Fiscal, e não ultrapassar os limites de gastos por lei, visando não ter as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

Não é de hoje que Olimpio Cardoso fala sobre as dificuldades que encontrou na Prefeitura de Uauá quando assumiu em 2012, e garantiu que não tentará a reeleição em 2016. Cardoso ainda revelou que entre as medidas para resolver os problemas do município, tem demissões de funcionários não efetivos, servidores contratados e os cortes temporários em vantagens dos profissionais da Educação.

Olimpio garante que várias reuniões com a APLB Sindicato e a Secretaria de Educação foram realizadas mas em nenhuma solução foi apresentada. “Fizemos duas reuniões e convidamos todos os vereadores, mas, só vieram vereadores da situação e nenhum da oposição, para discutir e apresentar sugestões. Criticar é fácil, sugestão é coisa  difícil”, alfinetou. (Com informações do radialista Adailton Santana)

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