Corte de mandacaru em entrada de cidade do Norte da Bahia gera polêmica

Um dos mais importantes símbolos da caatinga, o mandacaru pode ser encontrado em inúmeras localidades nordestinas. Mas em Macururé, no norte da Bahia, uma polêmica em torno dessa planta vem gerando repercussão na cidade.

Um grande pé de mandacaru, localizado numa praça na entrada da cidade, foi cortado no último final de semana, causando a indignação de muitos moradores, que utilizaram as redes sociais para falar sobre o assunto.

Segundo informações, o mandacaru estava no local há mais de uma década. Os motivos pelos quais a planta foi cortada, no entanto, não foram informados. Segundo informações do site Chorrochó Online, mesmo após apelo de moradores, a prefeitura decidiu cortar o símbolo da região e da bandeira do município. (foto: Chorrochó Online/reprodução)

Após protesto de jovem divulgado pelo Blog, AMMA adverte para corte não autorizado de árvores

Diante da repercussão da nota publicada por este Blog e também nas redes sociais, acerca de um protesto de uma jovem contra o corte de árvore ocorrido na Rua Francisco M.Filho, Centro de Petrolina, a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) esclarece que qualquer iniciativa dessa natureza precisa de uma autorização prévia expedida pelo órgão.

Caso isso ocorra e o autor seja identificado, ele está sujeito a pena por infração ambiental que varia entre R$ 500,00 e R$ 10 mil, a depender de critérios como espécie, altura e tempo de vida da árvore.

“Visando à proteção ambiental em todo o município, além das fiscalizações realizadas rotineiramente, a AMMA ainda disponibiliza para a população um telefone para denúncias sobre qualquer caso de agressão ao meio ambiente. Basta ligar para (87) 3861-4382, de segunda à sexta-feira, das 8h às 13h”, ressalta o agência ambiental.

Estudantes realizam protesto contra cortes no orçamento da Univasf para 2017

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O anúncio feito pela Câmara de Assistência Estudantil (CAE), no último sábado (8), quanto aos cortes no orçamento da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) em 2017, motivou na manhã de hoje (10) uma mobilização dos discentes da instituição. (mais…)

Comunitário solta o verbo contra árvore derrubada no Centro de Juazeiro: “Ao invés de plantar, estão cortando”

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Pelo visto, não é apenas em Petrolina onde a comunidade protesta contra o corte de árvores. Na vizinha Juazeiro (BA), a prática também ocorre a olhos vistos – e sob críticas.

É o caso do comunitário Flávio Henrique Fonseca Martins, que lamentou profundamente a derrubada de uma árvore na Praça da Misericórdia, nas proximidades da Catedral de Nossa Senhora das Grotas, em pleno Centro da cidade.

Pelas redes sociais, Flávio soltou o verbo: “uma verdadeira falta de respeito com a cidade…ao invés de plantar estão cortando. E Juazeiro, que já não é tão arborizada, ainda vai perdendo as que tem”.

Em Petrolina, Mendonça Filho dialoga com manifestantes e assegura que não há corte de recursos para universidades

mendonça filho em petrolina

Cumprindo agenda administrativa em Petrolina nesta segunda-feira (15), o ministro da Educação Mendonça Filho assegurou que não há corte de recursos para instituições de ensino superior como a Univasf.

A garantia foi dada por Mendonça a um grupo de manifestantes, que foram na manhã de hoje ao Campus Sede da Univasf protestar contra o ministro, que veio anunciar a liberação de verbas para a Univasf e o IF Sertão-PE.

Mendonça informou que a execução orçamentária de 2017 será a mesma deste ano e disse ter encontrado o orçamento com corte de R$ 6,4 bilhões. Mesmo assim conseguiu com o apoio do presidente interino Michel Temer retomar R$ 4,7 bilhões. “Estou aqui pra liberar R$ 16,7 milhões para a Univasf e para o Instituto Federal do Sertão. Com isso, estamos retomando obras paradas há mais de dois anos, como a Policlínica, e há cinco anos como a do auditório, ambas na Univasf”, afirmou o ministro.

Mendonça Filho destacou que respeita os protestos, mas considera incoerência fazê-los contra supostos cortes, justamente quando o MEC regulariza repasse de verba para custeio e retoma liberações para obras paralisadas em todo o País. Na atual gestão foram retomadas obras na UFRPE, nas Federais de Santa Catarina, do Tocantins, do Amazonas e de Sergipe, além de institutos federais de diversos Estados. Também foram liberados mais de R$ 2,6 bilhões para o ensino superior, em três meses. “Não vi protestos contra a paralisação dessas obras”, afirmou. (foto/divulgação)

Para conter gastos, Governo Temer pode cortar internet de universidades federais

UnivasfPara economizar, o governo federal pode cortar até setembro a internet de até 740 unidades de universidades do interior do país – incluindo a Univasf, que tem sede em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). A verba destinada à Rede Nacional de Pesquisas caiu de R$ 258 milhões em 2015 para R$ 126 milhões em 2016, o que representa um corte de 51%.

O pior: o aporte que costuma ser feito em maio ainda não foi realizado. Os cofres vazios fizeram com que o diretor geral da rede, Nelson Simões, enviasse uma carta aos diretores de vários centros de ensino do interior do Brasil e ministros avisando da possibilidade do fim das pesquisas acadêmicas. Até 4 milhões de pessoas poderiam ser atingidas diretamente pelos cortes, como professores, pesquisadores, estudantes e pacientes de hospitais universitários.

Se nós não tivermos a liberação dos recursos de fomento deste ano entre agosto e setembro, nós teremos que realizar, gradualmente, o corte de algumas dessas conexões de internet. Começando pelas que custam mais”, avalia Nelson Simões.

A Rede Nacional de Pesquisas está presente em todos os estados brasileiros. O cabeamento de alto desempenho é responsável por levar conectividade a mais de 1.200 campi universitários. Mas são os polos do interior dos estados que causam preocupação, já que a sua internet possui um pagamento individualizado, por causa das instalações feitas sob encomenda.

É graças à rede, por exemplo, que alunos de universidades federais de todo o Brasil têm aulas por videoconferências e contato direto com a comunidade acadêmica internacional. Cirurgias e até mesmo o controle informatizado de medicamentos em hospitais deixarão de existir caso a conexão seja cortada.

A verba destinada à rede é dividida entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, Educação, Saúde e Defesa. O diretor do departamento de física da Universidade Federal de Roraima, Roberto Câmara, diz que será impossível manter o nível do ensino caso seja feito o corte.

O diretor de serviços e soluções da Rede Nacional de Pesquisas, José Luiz Ribeiro, lembra que os cortes de internet podem implicar em outros tipos de gastos, como viagens, hoje compensadas em conferências e telefonia, que é suprida com e-mails. “Na medida em que não tenhamos mais recursos para manter as conexões de internet ativas, as universidades terão que buscar soluções próprias. O que implicará em gastos maiores”, pondera Ribeiro.

Nota

Em nota, o MEC lembrou que sofreu um contingenciamento de R$ 6,4 bilhões em seu orçamento. Mesmo assim, de acordo com a assessoria, o valor repassado será similar ao de 2015. A data para que o depósito seja feito, no entanto, não foi informada. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicação informou que o repasse de verba deste ano à Rede Nacional de Pesquisas só deve acontecer em setembro, quando for firmado o contrato de gestão. Apesar de não informar qual será o valor repassado, o ministério confirmou que o aporte será inferior ao de 2015. O motivo é o corte de verba aprovado dentro da Lei Orçamentária Anual. (fonte: CBN)

Em protesto contra corte no fornecimento d’água a perímetros, produtores rurais de Petrolândia interditam rodovia

protesto petrolândia produtores

Em novo protesto, um grupo de produtores dos perímetros de irrigação da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) nos Núcleos de Mandantes e Apolônio Sales localizados em Petrolândia (PE), Sertão de Itaparica, bloquearam no final da tarde de hoje (3) a BR-316, nas imediações do acesso ao Canal da Transposição. (mais…)

Bahia será estado mais atingido se corte no Bolsa Família for aprovado, diz MDS

Bolsa FamiliaA Bahia será o estado com maior corte de verba, em números absolutos, no benefício da Bolsa Família, caso seja aprovada a proposta de diminuir em R$ 10 bilhões os custos com o programa. O estado perderia por ano R$ 1.295,3 bilhão, segundo dados divulgados na noite desta sexta-feira (11) pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Segundo o Correio da Bahia, percentualmente, este corte atingiria 38,4% dos beneficiários baianos. Paraná é quem lidera a lista dos estados que mais perderiam beneficiários: 75,2% deixariam o programa, ainda segundo o MDS.

Em nota, o MDS afirmou ser impossível fazer esse corte no Bolsa Família “sem provocar um gravíssimo retrocesso no país”. Ao todo, 23 milhões seriam atingidas em todo país com a mudança, incluindo 11 milhões de crianças e adolescentes de até 18 anos. O ministério diz ainda que o deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento que incluiu a proposta, distorce dados do programa. “Não são apenas as famílias beneficiárias que perdem com eventuais cortes. O dinheiro do Bolsa Família ajuda a movimentar a economia de Estados e municípios. Todos perdem“, finaliza a nota.

A Bahia é o estado com maior número de inscritos no Bolsa Família. Segundo dados do mês de agosto, 1.783.728 famílias em todo o estado recebem o benefício. No país, são 13.797.102 famílias beneficiadas.

Em novembro, o economista Helmut Schwarzer, 48 anos, responsável por gerir o programa, afirmou que caso o corte fosse aprovado 1 milhão de baianos voltariam à miséria. “E um corte como esse (R$ 10 bilhões), no caso da Bahia, por exemplo, é um milhão de pessoas que voltam para a pobreza extrema. Significa pessoas que já não têm mais renda para comprar a comida. É um milhão de baianos que voltariam a passar fome“, disse Schwarzer na ocasião.

Corte

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento de 2016 no Congresso, oficializou a proposta de incluir no relatório final sobre o tema uma redução de R$ 10 bilhões no programa Bolsa Família. A proposta anunciada nesta sexta-feira (11) irá atingir cerca de 23 milhões de brasileiros.

Segundo o deputado, essa medida visa cumprir a meta do governo de superávit (receitas menos despesas) de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano. Barros irá apresentar o relatório até a terça-feira (15). Para passar a valer, o documento precisa ser aprovado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo plenário do Congresso. (fonte: Correio da Bahia)

Alepe deve cortar 245 cargos comissionados, mas minimiza custos para deputados

Alepe_Folha de PEDe um corte previsto de 245 cargos comissionados nos 49 gabinetes dos deputados, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) anunciou, nesta segunda-feira (31/08), realmente um enxugamento no custo da máquina, porém preferiu priorizar o menor custo político para os parlamentares. Dos estimados 245 comissionados, apenas 100 são dos gabinetes, onde cada parlamentar emprega ou pode empregar até 26 aliados. A maior parte vai sair do setor administrativo. O enxugamento passa a valer já agora em setembro.

Ao invés de cinco comissionados por gabinete, o que totalizaria 245, a Mesa Diretora da Alepe optou em demitir só dois por deputado, o que chega a quase 100 cortados. Os outros 145 a receber demissão são comissionados e terceirizados do setor administrativo e da TV Assembleia, que não vai renovar o contrato de produção de serviços com a empresa terceirizada.

O primeiro secretário da Casa, deputado Diogo Moraes (PSB), revelou que o corte financeiro chegará a R$ 10,6 milhões/ano. O montante é resultado da soma de R$ 4,6 milhões com o corte definitivo de 245 cargos comissionados, mais R$ 4 milhões em meta de redução de despesas estabelecida para o setor administrativo e mais de R$ 1,9 milhão com a não-renovação do contrato com a prestadora de serviço da TV Alepe. “É um corte com a preocupação de não afetar a qualidade dos serviços prestados pela Assembleia. Vamos monitorar mês a mês a meta de redução das despesas no administrativo”, destacou. (fonte: JC Online/foto reprodução)

Após reunião com secretariado, Câmara anuncia corte de gastos de R$ 1 bi em Pernambuco

paulo camaraDepois de uma reunião que se arrastou até as 13h desta segunda (24), o governador Paulo Câmara (PSB) anunciou que vai realmente ampliar os cortes no custeio da máquina pública. Além do ajuste de R$ 320 milhões anunciado em fevereiro, o governo estadual vai “enxugar” mais R$ 600 milhões, totalizando R$ 920 milhões.

Embora tenha estado presente durante todo o evento, Câmara deixou para seu secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, a tarefa de anunciar a agenda negativa à imprensa. Este também não entrou em maiores detalhes, afirmando que os demais secretários terão duas semanas para definir os cortes e os setores atingidos.

Ele sinalizou, contudo, que haverá redução no quadro de funcionários terceirizados e que os servidores públicos não vão receber aumento este ano. Porém, certificou que os salários serão pagos em dia – ao contrário do que vem acontecendo em outros Estados em crise, como o Rio Grande do Sul.

Outra má notícia atinge os concurseiros. Com o corte, o governador deixou claro que se o estado realizar concurso público este ano, os aprovados não serão convocados. É o caso das Polícias Militar e Civil, cujo concurso abriria 2.400 vagas nas corporações. Reajustes salariais do funcionalismo também estão vetados devido à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo Steffani, a medida no momento é inviável porque a administração está no seu “limite prudencial de gastos com folha de pessoal”

Com dificuldades na arrecadação de receita, Câmara também precisa enfrentar a proibição do governo federal em relação a eventuais operações de créditos feitas pelos Estados junto a instituições financiadoras como o Banco Mundial.  Questionado pela imprensa sobre uma declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que em breve vai liberar gradativamente os Estados para pedir empréstimos internacionais, Stefanni mostrou-se descrente. “Levy já fez esta promessa três vezes“, descartou o secretário da Fazenda.

Investimento

Com o corte de quase R$ 1 bilhão, o caixa estadual ganha mais fôlego, mas a ação pode atingir a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Antes de tomar posse, Câmara tinha anunciado que o valor investido pelo governo estadual, em 2015, seria de R$ 3 bilhões. Já como governador, devido à crise econômica, ele garantiu que o investimento seria de R$ 1 bilhão, exatamente o valor do corte. (fonte: JC Online/foto: Edmar Melo/JC Imagem)

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