Comunitário apela à Compesa para resolver vazamento em rua no Centro de Petrolina

Um vazamento na tubulação d’água localizada na Rua Aristarco Lopes (n°194, próximo à Igreja Matriz e em frente ao Edifício Rio Japoré), Centro de Petrolina, levou o comunitário Luiz da Silva Oliveira a apelar por providências à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Ele contou ao Blog ter informado a empresa sobre o problema, mas até o momento nenhuma providência foi tomada.

“Venho através deste pedir que interceda junto à Compesa por motivo de uma solicitação de conserto de vazamento de água na via pública, feita através do protocolo nº 20171021266771, datada de 17/05/2017, e até ontem, dia 22, não resolvida. Fiz uma nova solicitação que gerou o protocolo nº 20171021299148, quando da primeira solicitação. A atendente informou que as providências seriam tomadas em 72 horas, mas até hoje nada. Agradeço a atenção”, desabafa o comunitário.

Com a palavra, a Companhia. (Foto/ilustração)

Comunitário do Residencial Vivendas solta o verbo contra barulho excessivo e clama às autoridades

O barulho excessivo de som volta a ser alvo de críticas em Petrolina. O problema, agora, afeta a comunidade do Residencial Vivendas.

Em contato com este Blog, um morador (que prefere o anonimato) relatou os transtornos causados por conta do desrespeito à Lei do Silêncio.

Solicito que as autoridades que combatem o barulho venham no Vivendas, pois o barraco é grande! Neste domingo (14) a noite toda foi barulho de uma banda, com bebedeiras. A Guarda Municipal passou do lado e não fez nada! gostaria de saber se a Lei do Silêncio existe para que, e quem tem direito? E por que estas ‘festas’ são permitidas? aqui é local de residências, e não de farras! o sono é sagrado para o trabalhador”. Haja bronca.

Comunitário do Caminho do Sol reivindica área de lazer em terreno onde seria construído call center

A falta de uma área de lazer no Bairro Caminho do Sol, zona leste de Petrolina, levou o comunitário Teba Durando a fazer uma sugestão à prefeitura.

Confiram:

Prezado Carlos Britto,

Faz algum tempo que antigo prédio do Colégio Motiva, no Bairro Caminho do Sol, foi derrubado, menos o muro do lado da avenida principal do bairro, com a intenção de se construir um Call Center (uma grande empresa particular), local este inadequado e talvez não obedecendo o código de obras e postura da nossa cidade, por se tratar de um bairro genuinamente residencial. O local ideal seria no distrito industrial, devido ao porte dela (empresa) e à quantidade de emprego que ia gerar (mais de 2 mil).

Sabendo que o nosso bairro precisa de espaços públicos para área de lazer, o ideal para este terreno seria uma praça junto com uma academia, que é exatamente o que a população do nosso bairro mais quer. Infelizmente o que está acontecendo é a maior falta de respeito com os nossos moradores, pois este terreno precisa urgentemente de uma grande e boa limpeza. E ainda tem uma parte do muro que a qualquer momento pode cair e causar um acidente, em virtude das condições precárias que se encontra.

Então, peço urgentemente em nome de todos os moradores do bairro Caminho do Sol, que a prefeitura tome as providências necessárias.

Teba Durando/Morador

Comunitário cobra providências da Compesa para esgoto estourado em rua do Loteamento Eduardo

Inconformado com um esgoto estourado na Rua Presidente Costa e Silva, no Loteamento Eduardo, zona leste de Petrolina, o comunitário Carlos Augusto Pereira soltou o verbo contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). (mais…)

Comunitário do Jardim Amazonas reclama de problema em hidrômetro e diz que Compesa “nem resolve, nem deixa resolver”

No Bairro Jardim Amazonas, zona oeste de Petrolina, um problema no hidrômetro da residência 14, localizada na Rua 7, vem gerando transtornos. De acordo com o morador – que não se identificou -, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) já foi acionada várias vezes para consertar o defeito.

“Eles dizem que o problema no hidrômetro só quem pode mexer é a Compesa. Só que não vem ninguém. A primeira ligação que fiz foi dia 4/4/17, e até hoje não veio ninguém. Se eu abrir o registro é capaz de inundar o bairro. Não sei mais o que fazer”. Com a palavra a Compesa.

Confiram o vídeo acima:

Preocupado com onda de assaltos na Vila Eduardo, comunitário desabafa: “Cadê o policiamento?”

Preocupado por conta da onda de assaltos no Bairro Vila Eduardo, zona leste de Petrolina, o comunitário José Tavares da Silva Filho clama às autoridades de segurança da cidade para minimizar essa questão.

Confiram:

Carlos Britto,

Quero deixar aqui minha indignação pela falta de segurança no bairro da Vila Eduardo. Claro que não só aqui, mas em toda a cidade.

Mas ultimamente aqui no Bairro Vila Eduardo está ocorrendo uma onda de assaltos e roubos de celulares, onde meliantes estão tocando o terror e amedrontando a todos do bairro. Acontece que pessoas de bem estão sendo assaltadas em frente de suas casas, por volta das 19h às 23h. É o que tenho ouvido e testemunhado.

Só aqui na rua onde moro, três pessoas perderam seus celulares em frente de casa, umas delas minha vizinha. Os bandidos chegam de moto e anunciam o assalto. Em menos de 1 mês foram 3 assaltos na mesma rua, fora os assaltos que têm acontecido nas outras ruas, em torno de 10 ou mais ações dos criminosos em menos de dois meses.

A população do bairro está insegura e cobra das autoridades o policiamento que até certo tempo estava acontecendo. E sem falar que o 5º Batalhão de Polícia Militar fica bem próximo ao bairro, ou seja, são vizinhos. Não aguentamos mais viver inseguros, é um direito nosso, estamos sufocados sem sair de casa, ao menos até a nossa calçada pra sentar um pouco, por medo de ser assaltado. Cadê o policiamento que estava aqui?.

Muito obrigado a todos, e espero que esse comunicado chegue as autoridades e algo possa ser feito.

José Tavares da Silva Filho/Comunitário

Compesa esclarece críticas de comunitário sobre falta d’água em Pau Ferro

Em resposta a este Blog, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) esclareceu as críticas feitas pelo comunitário Dácio Quirino, residente no Povoado de Pau Ferro, acerca da falta d’água que atinge a localidade.

Confiram a nota enviada pela assessoria da Compesa:

A Compesa informa que, no mês de abril, enfrentou problemas sucessivos de estouramentos na Adutora Maria Tereza, além de uma queda de energia elétrica que danificou a subestação do Sistema Integrado de Abastecimento Maria Tereza, que atende Pau Ferro – além de outras localidades na zona rural de Petrolina, como Rajada, Caboclo e Extrema Catinga Grande, e ainda os municípios de Afrânio e Dormentes.

Dessa forma, o Povoado de Pau Ferro teve o abastecimento prejudicado durante seis dias, neste mês. A companhia já resolveu o problema e o abastecimento da localidade foi normalizado na última sexta-feira (21).

Compesa/Ascom

(Foto: Jorge Hirata/reprodução)

 

Comunitário apela às autoridades para retirar saruê que invadiu sua casa em residencial de Petrolina

Em contato com este Blog, o comunitário Marcos Amaral vive um dilema no Residencial Padre Cícero, em Petrolina. Um animal silvestre, conhecido por saruê ou timbu, invadiu sua casa e ele, naturalmente, procurou os órgãos responsáveis para capturá-lo. Porém o comunitário foi informado que nem Ibama, nem CPRH, fazem mais esse serviço. Marcos faz um apelo para que não seja obrigado a sacrificar o animal.

Confiram:

Carlos Britto, sou morador do Residencial Padre Cícero, em Petrolina-PE, e recentemente me deparei com uma surpresa. Em meu telhado apareceu um saruê (conhecido também como timbu). Como se trata de um animal silvestre, entrei em contato com Ibama e CPRH, e ambos informaram que não fazem mais capturas de animais.

Aí a minha pergunta que fica: vai ser o jeito jogar veneno para o animal? Pois não tenho conhecimentos em fazer armadilhas e ele não tem como sair de minha casa. Peço sua ajuda para que seja divulgada essa informação, para que seja resolvido esse impasse sem que seja sacrificado o animal.

Marcos Amaral/Comunitário

Morador da Cohab Massangano volta a reclamar da Compesa

O comunitário Bruno Vasconcelos voltou a reclamar do serviço prestado pela Compesa. Residente na Cohab Massangano, zona oeste de Petrolina, ele criticou um vazamento na tubulação de água há mais de dez dias na Rua 14, onde mora. Uma equipe da Companhia esteve no local e sanou o problema. Mas, segundo ele, deixou um ‘pequeno’ incômodo:

Carlos Britto,

Após a denúncia junto ao seu Blog, a Compesa veio fazer o serviço. Quero desde já agradecer.

Mas estou lhe mandando fotos em anexo de como foi que deixaram o calçamento, após o reparo de vazamento de água na Rua 14 da Cohab Massangano.

Simplesmente abriram o buraco, consertaram o vazamento e foram embora.

Perguntei se não iriam consertar os paralelepípedos, eles disseram que isso não é com eles. Que eu teria que ligar para o 0800-081-0195 e fazer a solicitação desse reparo.

Só que isso tem um prazo para ser feito, que segundo o atendimento demora 2 dias.

Eles não poderiam já andar com o material (cimento, areia e etc) para já realizarem esse conserto?

Aí fica esse buraco bem em frente ao meu portão, onde guardo o carro na garagem, correndo o risco de danificar meu carro.

Lembrando que demoraram mais de 10 dias para virem resolver o problema do vazamento. Será que irão aparecer para consertar um buraco nesses próximos 2 dias?

Já liguei para o 0800 081 0195, Protocolo de nº: 2017-1021-045-507.

Desde já agradeço.

Bruno Vasconcelos/Comunitário

Vazamento em tubulação há mais de dez dias irrita comunitário na Cohab Massangano

Um vazamento na tubulação d’água, localizado na Rua 14 (em frente à residência 256) do Bairro Cohab Massangano, zona oeste de Petrolina, vem tirando do sério o comunitário Bruno Vasconcelos. Ao Blog ele conta que a água potável está sendo desperdiçada a olhos vistos, sem contar que as portas das residências e dos estabelecimentos comerciais ficam cheias de lama. Bruno diz já ter acionado a Compesa, responsável pelo serviço, mas por enquanto o problema continua:

Venho, através deste, comunicar a falta de respeito da Compesa para com a população petrolinense. Há mais de 10 dias solicitei um reparo em um vazamento na rua onde moro.

Simplesmente os funcionários da Compesa apareceram aqui e sequer desceram do carro. Perguntaram sobre o vazamento, se ainda existia, sendo que o vazamento é notório, não precisa nem perguntar. Respondi que sim, que ainda estava vazando. Simplesmente foram embora e até hoje.

Bruno Vasconcelos/Comunitário

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