Banana, tomate e farinha impulsionam elevação do valor da cesta básica em Petrolina e Juazeiro, aponta pesquisa

Pesquisas realizadas pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), no Índice da Cesta Básica (ICB), contataram que os preços dos produtos alimentícios voltaram a subir em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) no mês de fevereiro, resultando no aumento da inflação de 0,91% na região.

Tomate, banana, café em pó e farinha de mandioca foram os produtos que tiveram maiores altas de preços, segunda a pesquisa. A redução na quantidade e a piora na qualidade do tomate e do café, devido a fatores climáticos, fez com que os preços médios se elevassem. Já no caso da banana e da farinha, o aumento do preço foi por causa da pouca oferta e da maior demanda dos produtos.

A pesquisa ainda constatou que o feijão carioca, o leite integral e a carne, tiveram redução de preço no mês do Carnaval. O feijão carioca se mantém com preços abaixo da média, por redução de demanda. O leite também apresenta no mercado valores mais baixos. A carne sugere as mesmas características, com preço inferior ao dos últimos meses que já é sentido pelos frigoríficos, onde sentem a redução da demanda devido aos altos preços praticados por um longo período.

Segundo a pesquisa apresentada pelo colegiado da Facape, em Juazeiro o custo da cesta básica no mês de fevereiro foi de R$ 315,98 e em Petrolina, de R$ 317,63.

Preço da cesta básica volta a cair em Juazeiro e Petrolina, aponta pesquisa

Com a queda da inflação, o Brasil vem sentindo gradativamente a baixa de preços em alguns produtos. Na região do Vale do São Francisco foi constatado que as cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) apresentaram, no mês de janeiro, deflação de 0,80% nos produtos alimentícios. Os dados foram levantados pela nova pesquisa de Índice de Cesta Básica (ICB), realizada pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape).

Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em 20 das 27 capitais estudadas o custo da cesta básica diminuiu em janeiro. A menor em Rio Branco/AC (-12,82%) e a maior alta anual ocorreu em Fortaleza/CE (4,64%). A cesta mais cara foi a de Porto Alegre/RS (R$ 453,67); Recife (PE) teve a cesta mais barata (R$ 346,44).

Essa queda também é resultado dos esforços realizados para conter os aumentos que geraram efeitos. Os consumidores, reduzindo as quantidades compradas e substituindo produtos, contribuiram para os resultados atuais.

Apesar da redução do preço da cesta básica, alguns produtos ainda continuam com preço acima da média – como a farinha de mandioca e a banana, que representam maiores percentuais do custo total da cesta. Isso porque a menor oferta dos dois no mercado fez com que os preços aumentassem. Todas as informações sobre os produtos da cesta básica podem ser conferidos aqui.

Facape apresenta produtos que pesaram para aumento da cesta básica em 2016

A Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) divulgou dados de sua nova pesquisa, realizada pelo curso de Economia, que avalia o Índice da Cesta Básica (ICB) no Vale do São Francisco. De acordo com os resultados da análise, dezembro de 2016 apontou inflação de 0,44% nos produtos comercializados em Juazeiro (BA) e deflação de 1,63% em Petrolina (PE). O preço médio do leite integral, feijão, arroz, café, açúcar, óleo de soja e manteiga teve forte aumento no ano passado. Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), esses aumentos estão ligados à redução da área plantada, instabilidade climática, dificuldades da produção, maiores custos de produção, aumento da demanda externa e maior demanda para produção de biocombustíveis, respectivamente.

Considerando as duas cidades juntas, a deflação no período foi de 0,64%. Já durante todo o ano de 2016, Juazeiro e Petrolina apresentaram inflação de 6,32% e 6,58%, respectivamente. Comparado com 2015, no ano passado houve uma inflação ainda alta, porém bem menor que a do ano anterior. Em 2015, os valores foram de 16,33% em Juazeiro e 11,86% em Petrolina.

Ainda segundo a pesquisa, o preço do tomate pesou menos no bolso do consumidor. Isso se deveu à grande disponibilidade do produto no mercado, fazendo com que os preços reduzissem em comparação ao ano anterior. Segundo o DIEESE, o custo da cesta básica aumentou em todas as capitais estudadas. A maior alta anual ocorreu em Rio Branco (AC), com 23,63%, e a menor no Recife (PE), com 4,23%. Porto Alegre (RS) fechou 2016 com o maior custo da cesta básica no Brasil – R$ 459,02. A capital pernambucana registrou o menor preço encontrado – R$ 347,96. Em Juazeiro, o custo no mês de dezembro da cesta básica foi de R$ 313,47, e em Petrolina de R$ 319,22.

Feijão, tomate e leite apresentam queda de preço na cesta básica

cesta básicaUma boa notícia para os consumidores que irão aos supermercados neste final de ano: segundo pesquisas do Índice da Cesta Básica (ICB) em Petrolina, a cesta básica apresentou, no mês de novembro, deflação de 4,77% em comparação com outubro.  A pesquisa foi realizada pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

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Carne impulsiona aumento da cesta básica em Petrolina e Juazeiro, mostra pesquisa

Nas pesquisas realizadas no mês de outubro pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), do Índice da Cesta Básica (ICB), foi constatado que os preços dos produtos alimentícios voltaram a subir em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), resultando no aumento da inflação de 0,69% na região. Só na cidade pernambucana a inflação foi de 2,30%.

Segundo a pesquisa, o produto com maior aumento de preço foi a carne. Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese), o aumento é uma tendência nacional, reflexo da menor oferta de animais para abate e do aumento das exportações brasileiras.

Outros itens da cesta básica que passaram por um período de menor oferta, como o feijão e o leite, já reduziram os valores, após a oferta ser normalizada. No período de alta, os consumidores procuraram produtos que pudessem substituí-los, forçando a queda de preço.

O Dieese também vem acompanhando o aumento no valor do tomate em grande parte das capitais do país. No vale do São Francisco, esse aumento já foi sentido na cidade de Petrolina. A explicação está na menor oferta do fruto, que está em fase final de safra.

Já em Juazeiro o aumento foi no açúcar, refletindo o que está ocorrendo em outras cidades do país. O motivo é o alto preço do produto no mercado internacional sendo refletido no mercado interno. Assim, espera-se que os preços em Petrolina também passem a aumentar. A pesquisa completa, que é realizada mensalmente, pode ser conferida acessando aqui.

Preço do feijão continua caindo em Petrolina e Juazeiro, aponta pesquisa

Pesquisa referente ao mês de setembro sobre o Índice da Cesta Básica (ICB), realizada pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), constatou que a redução dos preços da banana e do feijão carioca foi responsável pela deflação nas cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina. Segundo a pesquisa, em comparação ao mês de agosto, a deflação em Juazeiro foi de 0,79% e em Petrolina de 0,04% – totalizando entre as duas cidades 0,47%.

O feijão vem sofrendo redução desde o mês de agosto, devido ao aumento da oferta da produção irrigada e a redução da demanda, que substituiu o produto por outros mais baratos, como o feijão preto.  Em contrapartida, o aumento de outros itens como margarina, leite, arroz (em Petrolina), café e óleo (em Juazeiro) e do tomate (nas duas cidades) fazem com que os consumidores não percebam a deflação.

Já no mercado internacional, o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o café sofreu forte aumento, o que impactou diretamente o mercado interno brasileiro do produto. Enquanto isso, a menor oferta de arroz gerou a necessidade de se importar o produto com custo mais elevado para os consumidores.

Indicações

Os dados da pesquisa indicam que em Petrolina o custo da cesta básica no mês de setembro foi de R$ 333,10, e em Juazeiro, de R$ 328,17. Por isso, nos últimos meses o aumento dos preços dos alimentos continua reduzindo o poder de compra da população. Desta forma, manter as pesquisas de preços, comprar quantidades menores, observar as promoções e fazer substituição de produtos ainda são importantes estratégias de valorização da renda da família. A pesquisa completa pode ser conferida acessando aqui.

Cesta básica tem queda em Petrolina e Juazeiro, segundo pesquisa

O valor da cesta básica caiu em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). É o que mostra a pesquisa realizada mensalmente pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape). No mês de agosto, foi registrada deflação de 1,54% em Juazeiro e de 1,06% em Petrolina. Considerando as duas cidades juntas, a deflação no período foi de 1,34%.

De acordo com a pesquisa, o feijão e o óleo foram os principais responsáveis pela queda. O preço do feijão, após um período de forte alta, reduziu no mês de agosto. A entrada da colheita da safra irrigada contribuiu para abastecer o mercado, aumentando a oferta e reduzindo os preços. O menor consumo, com substituição por outros tipos de feijão, também resultou na menor procura pelo produto. Quanto ao óleo de soja, o preço diminuiu devido a maior oferta do item no mercado interno.

Na contramão, produtos como leite, manteiga, arroz e café apresentaram aumento. O leite ainda sofre com a entressafra nas principais praças produtoras. A produção de café caiu devido ao clima desfavorável, fazendo os preços aumentarem. O arroz também apresentou alta devido ao período de entressafra.

Renda comprometida

Ainda segundo o Índice da Cesta Básica (ICB), um trabalhador do Vale do São Francisco que recebeu o salário mínimo de R$ 880 gastou, no último mês, 37,3% da renda com a aquisição da cesta, restando R$ 551,86 para as demais despesas, como transporte, higiene, moradia e vestuário.

No acumulado dos últimos doze meses, as duas maiores cidades do polo apresentam inflação de 26,66% e 22,19%, respectivamente. Este forte aumento reduz o poder de compra dos consumidores e afeta intensamente a economia das cidades. Na região, muitas pessoas gastam uma grande parcela da renda apenas com alimentos, e essa renda é reajustada com índices menores do que a inflação oficial. A pesquisa completa pode ser conferida acessando aqui.

Cesta básica volta a ficar mais cara em Petrolina, aponta pesquisa

Depois de dois meses consecutivos, o valor da cesta básica volta a ser maior em Petrolina em comparação com a cidade de Juazeiro (BA). É o que aponta o Índice da Cesta Básica (ICB) do mês de julho, realizado pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape). A inflação registrada na cidade baiana foi de 4,12%, contra 5,03% no lado pernambucano.

Segundo o levantamento, alguns produtos da cesta permanecem com os preços elevados, como feijão, carne e leite. Este último item vem apresentando uma elevação gradativa desde janeiro de 2016, o que deve permanecer devido à entressafra – acarretada pelas baixas temperaturas e estiagem nas principais regiões produtoras – e o maior custo na criação de vacas leiteiras.

Apesar de alguns produtos terem sofrido redução nos preços, o valor da cesta continua subindo e chega a R$ 335,97 (em Juazeiro) e R$ 336,80 (em Petrolina). Assim, um trabalhador do Vale do São Francisco que recebeu um salário mínimo de R$ 880,00 gastou 37,8% da renda com a aquisição da cesta, restando R$ 547,41 para as demais despesas entre saúde, higiene, transporte e moradia. O IC completo pode ser conferido acessando aqui.

Feijão sobe preço da cesta básica e inflação chega a mais de 6% em Petrolina e Juazeiro, mostra pesquisa

O Índice da Cesta Básica (ICB), realizado mensalmente pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), comprovou o que muitos consumidores de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) já sentiram no bolso: o feijão foi o grande vilão no mês de junho nas duas cidades. Em Petrolina, a inflação chegou a 6,14% no mês passado – em maio, a pesquisa registrou uma queda de 3,08% nos preços na cidade pernambucana. Em Juazeiro, a inflação foi de 6,02%.

Segundo a pesquisa, e com base nos dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço do feijão aumentou consideravelmente devido à redução da área plantada e aos efeitos climáticos, que afetaram negativamente a oferta e qualidade do grão, fazendo com que os preços subissem desde o início do ano, com ápice em junho.

Outros produtos também pesaram no bolso do consumidor no último mês, como leite, café e arroz. O preço do leite subiu devido à entressafra e ao aumento dos custos de produção nas principais regiões produtoras. Já o arroz apresentou baixa oferta ocasionada pela queda da produção e retenção dos estoques por parte dos produtores. A produção de café sofreu com o clima desfavorável, levando à diminuição da produtividade, o que afetou os preços.

Mais barata

Mesmo com a inflação mais alta, em junho Petrolina repetiu os dados do mês de maio com o menor preço da cesta: R$ 320,67. Em Juazeiro, a cesta básica chega a R$ 322,68. De acordo com o coordenador da pesquisa, Dr. João Ricardo Lima, esta é segunda vez que isso ocorre desde o início do ICB (em agosto de 2013). “A cesta em Petrolina volta a ter menor valor no mês de junho, influenciando no comportamento dos consumidores que saíam da cidade pernambucana para fazer as compras em Juazeiro”, explicou o docente. O ICB é realizado mensalmente pelo Colegiado de Economia da Facape e está disponível acessando aqui.

Pela primeira vez em três anos, cesta básica está mais cara em Juazeiro

cesta básicaUm dado chamou a atenção na pesquisa sobre o valor da cesta básica em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) – realizada mensalmente pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape): os alimentos estão mais caros na cidade baiana. Segundo os coordenadores da pesquisa, é a primeira vez que isso acontece desde agosto de 2013, quando o custo da cesta básica começou a ser calculado nas duas cidades.

Os dados são do mês de maio. Em Petrolina, o preço da cesta básica chegou a R$ 302,12 e em Juazeiro, a R$ 304,35. De acordo com o coordenador da pesquisa, João Ricardo Lima, a mudança pode alterar o comportamento dos consumidores, caso o valor permaneça mais alto do lado baiano. “É uma informação importante, já que muitas pessoas preferem sair de Petrolina e ir até Juazeiro para fazer suas compras mensais. Se este dado se mantiver para outros meses, o melhor será comprar na cidade pernambucana”, explicou.

Na comparação do mês de maio de 2016 com abril, houve deflação de 3,08% em Petrolina.  Segundo o levantamento, as carnes e o tomate mantêm uma forte diminuição em seus preços. Por outro lado, o feijão, a farinha e a margarina apresentaram alta nas duas cidades pesquisadas. Os motivos continuam os mesmos: no caso do leite, o período de entressafra faz diminuir a oferta do produto e o aumento do seu preço e de seus derivados.

Os preços da farinha de mandioca, mesmo com a colheita normal atualmente, ainda refletem um período anterior de menor oferta do produto. No caso do feijão, a escassez de chuvas ao longo dos meses no Nordeste e o excesso de chuvas em outras regiões produtoras fizeram diminuir a disponibilidade do produto e mantiveram os preços elevados. O Índice da Cesta Básica (ICB) é realizado mensalmente pelo Colegiado de Economia da Facape. A pesquisa completa está disponível no site da instituição www.facape.br, seção ICB.

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