Orocó: Esgoto estourado há mais de um ano leva comunitários a se unirem para cobrar de autoridades

Em Orocó (PE), no Sertão do São Francisco, a rotina de mau cheiro causado por um esgoto estourado há mais de um ano levou um grupo de comunitários da Avenida Joaquim Amando Agra, às margens da BR-428, a se unirem para cobrar providências. (mais…)

Petrolândia: Inconformado com “descaso” na orla, leitor cobra providência de autoridades

Inconformado com a situação pela qual se encontra a Orla de Petrolândia (PE), no Sertão de Itaparica, o leitor Aluízio Gomes de Carvalho solta o verbo e cobra das autoridades competentes do município ações para reverter essa realidade.

Confiram:

A alguns anos atrás foi apresentado, através de um plano de governo, o projeto da Orla Fluvial de Petrolândia, pelo qual seria feita em três etapas. Só foi concluída a primeira. Daí pra cá até as manutenções e limpezas estão precárias, pois mais parece abandonada. Só em 16 e 17/07/2011 tivemos um evento chamado ‘Jet Ski – Aventuras em Petrolândia-PE’. Depois disso só resta um bar móvel, que todos os finais de semana encontra-se na orla, pra alegria de alguns banhistas.

Hoje se encontra assim: as palmeiras quase todas já estão mortas por falta de água, onde temos caminhões-pipas que poderiam molhar periodicamente não só neles. Por toda área denominada orla, temos jogados garrafas pet, copos descartáveis, litros de vidros quebrados e sacolas plásticas, onde se colocasse dois garis para uma catada uma vez por semana já ajudaria muito, pois nem os responsáveis dos quiosques, que deveriam catar ao menos nos seus arredores, não fazem isso.

Nas pistas destinadas a caminhadas e então proibida ao acesso de carros, motos e bicicletas, isso não está sendo respeitado. Os caras vêm por cima das pistas e ainda buzinam para que os pedestres saiam e liberem a sua passagem. As autoridades deveriam alinhar com a guarda municipal pra estarem sempre fazendo uma ronda e estar corrigindo essas imprudências. E também deveriam fechar o acesso no início e liberar lá, vizinho ao pontal do lago.

Aluízio Gomes de Carvalho/Leitor

Autoridades de Petrolina lamentam morte de ex-secretária Adnair Viana

Autoridades de Petrolina manifestaram-se por meio de notas sobre a morte da ex-secretária Adnair Viana, vítima de um ataque cardíaco causado por um infarto, ocorrida na manhã desta quarta-feira (10).

Em nome da administração municipal, o prefeito Miguel Coelho reconheceu os relevantes serviços prestados por Adnair, que era servidora do quadro.

A Prefeitura de Petrolina lamenta o prematuro falecimento da ex-secretária de Desenvolvimento Social da cidade, Adnair Viana, ocorrido na manhã desta quarta-feira (10) após um ataque cardíaco. A administração municipal reconhece a contribuição da ex-secretária, que trabalhou em defesa dos direitos sociais dos petrolinenses quando atuou na antiga gestão. Neste momento de fé, cumprimentamos a família e amigos com nosso profundo pesar e rogamos que o Senhor Deus, em sua infinita bondade, conforte os corações entristecidos pela partida”, disse.

Também por meio de sua assessoria, a vereadora Cristina Costa foi outra a lamentar a perda. “A vereadora Cristina Costa lamenta a morte de Adnair Viana, na manhã desta quarta-feira (10), vítima de infarto. Adnair foi secretária de Desenvolvimento Social e Trabalho em Petrolina na gestão do ex- prefeito Júlio Lossio, além de ter ocupado vários cargos na gestão pública do município. Nossa solidariedade à família”, frisou a vereadora.

Síndico do Residencial Monsenhor Bernardino cobra autoridades de Petrolina sobre esgotos estourados

A incômoda rotina de esgotos estourados no Residencial Monsenhor Bernardino levou o síndico do local, Vandecarlos Xavier dos Santos, a cobrar veementente responsabilidade das autoridades públicas de Petrolina.

E ele deixa a seguinte pergunta: “quem é o responsável?”. Confiram:

Carlos Britto, venho através desse e-mail relatar o abandono que nós, do Monsenhor Bernardino, passamos em relação à questão de esgoto estourado. Na verdade, os órgãos competentes não têm nenhuma vontade de resolver isso aqui.

São esgotos estourados em quase todas as ruas. A Compesa quase nem aparece aqui. É verdade que ainda não estamos pagando a taxa de esgoto. A prefeitura também não está nem aí, e a empresa que fez o saneamento diz que não é de responsabilidade dela. Então eis a questão:

Quem será o responsável por esse saneamento?

Espero que as autoridades responsáveis olhem mais por essa comunidade, que está passando por dificuldades em questão de saneamento. Desde de já agradeço.

Vandecarlos Xavier dos Santos/Síndico – Residencial Monsenhor Bernardino

Comunitário apela às autoridades para retirar saruê que invadiu sua casa em residencial de Petrolina

Em contato com este Blog, o comunitário Marcos Amaral vive um dilema no Residencial Padre Cícero, em Petrolina. Um animal silvestre, conhecido por saruê ou timbu, invadiu sua casa e ele, naturalmente, procurou os órgãos responsáveis para capturá-lo. Porém o comunitário foi informado que nem Ibama, nem CPRH, fazem mais esse serviço. Marcos faz um apelo para que não seja obrigado a sacrificar o animal.

Confiram:

Carlos Britto, sou morador do Residencial Padre Cícero, em Petrolina-PE, e recentemente me deparei com uma surpresa. Em meu telhado apareceu um saruê (conhecido também como timbu). Como se trata de um animal silvestre, entrei em contato com Ibama e CPRH, e ambos informaram que não fazem mais capturas de animais.

Aí a minha pergunta que fica: vai ser o jeito jogar veneno para o animal? Pois não tenho conhecimentos em fazer armadilhas e ele não tem como sair de minha casa. Peço sua ajuda para que seja divulgada essa informação, para que seja resolvido esse impasse sem que seja sacrificado o animal.

Marcos Amaral/Comunitário

Santa Maria da Boa Vista: Postura de loja de automóveis irrita comunidade

Em Santa Maria da Boa Vista (PE), Sertão do São Francisco, uma loja de automóveis vem causando muita irritação na comunidade. Os carros  expostos invadem a calçada, fazendo veículos desviarem e pedestres arriscarem a vida.

A nota enviada ao Blog, chamando a atenção de vereadores, secretários e do prefeito Humberto Mendes, alega que todos “se calaram” diante desse fato. Com a palavra, as autoridades de Santa Maria.

Baronesas continuam avançando diante de inércia das autoridades

baronesas

As baronesas não param de avançar no Rio São Francisco, na parte de Petrolina. Para quem não sabe, essas plantas funcionam como um ‘filtro’ das impurezas presentes no rio. Por isso, quanto mais elas aparecem, mais mostram o quanto estão poluídas as águas do Velho Chico.

Não é de hoje que a população cobra uma atuação efetiva das autoridades para combater os esgotos jogados direto no Velho Chico. Este Blog já bateu nessa tecla inúmeras vezes. E vai continuar batendo.

Apesar de a prefeitura já ter realizado várias limpezas na Orla I, essa parte onde as plantas aquáticas se desenvolvem mais – quase debaixo da ponte, nunca foi limpa. Enquanto nada é feito, o que prevalece é o jogo de ‘empurra-empurra’ entre os órgãos competentes (ou incompetentes). Em um futuro próximo a esperada ação pode ser tardia e dispensável. Até quando?

Em carta aberta, mulheres do Vale do São Francisco se unem contra violência de gênero e cobram de autoridades

Indignadas contra a violência de gênero na região, a exemplo do assassinato brutal das adolescentes Bruna de Souza Torres e Taiane de Souza Rocha (ambas de 19 anos), um grupo de mulheres do Vale do São Francisco enviou ao Blog uma carta aberta sobre o assunto. Pelo manifesto, elas cobram das autoridades e instituições uma série de medidas que lhes garantam segurança – e sobretudo o direito de ser cidadãs.

Confiram:

Pela presente carta, as mulheres do Vale do São Francisco manifestam indignação frente às constantes práticas de violência e seus gêneros, que se revelam novamente com mais um fato brutal que assola nossa sociedade. O trágico episódio de duplo homicídio das jovens Bruna e Taiane, no dia 05 de setembro de 2016, que ao saírem de casa para o trabalho tiveram seus sonhos de vida interrompidos pela violência contra nós, mulheres, é exemplo do cotidiano das múltiplas violências que sofremos e que persistem em nossa sociedade.

Não podemos compactuar com esse tipo de prática dessa cultura de desrespeito e agressão ou qualquer forma de manifestação de violência aos nossos direitos, aos nossos corpos. Exigimos das nossas autoridades todo empenho na investigação e punição aos culpados deste crime, como tentativa de reparar a dignidade daqueles que conviviam com Bruna e Taiane, mas também queremos ratificar a necessidade de atenção à vida das mulheres que integram a sociedade do Vale do São Francisco que se vê a mercê de violências múltiplas, contínuas disfarçadas ou escancaradas.

Nós, mulheres, conclamamos todos a se engajar com maior atenção às nossas pautas sociais, tais como a questão dos horários de funcionamentos das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher(DEAMs), uma vez que não se concebe uma delegacia de crimes contra mulheres ter horário estabelecido para funcionamento, quando somos mortas a cada hora e meia no Brasil. Somos nós que estamos sendo dizimadas em nosso dia a dia, e pouco se tem feito para anular essa barbárie contra nossos corpos. Os maiores índices de violência ocorrem nos finais de semana, e é quando as DEAMs estão fechadas. A cada cinco minutos uma de nós é agredida e, como se não fosse suficiente, a cultura do machismo, do ódio e do estupro se instala em nosso meio, tornando-nas as vítimas provocadoras e vitimando os culpados.

As assistências nessas delegacias devem ser dadas por mulheres, e mulheres capacitadas. Não por homens ou mulheres que não tenham o mínimo de consciência ou viés feminista, porque a humilhação a que é submetida a vítima, por pessoas despreparadas, caracteriza outros tipos de violência, que é a psicológica e institucional. Precisamos urgentemente de um Sistema Integrado de Mulheres. Nós precisamos de legitimidade, senão não teremos avanços significativos e consolidados. O patriarcado e o machismo nos matam, nos aleijam e nos calam a todo tempo. Se não fizermos algo pétreo, o círculo vicioso não será interrompido.

Além da demanda geral do ser mulher, as mulheres negras, 25% da população, sofrem duplamente pelo gênero e pela raça. Todo sofrimento é dobrado para nós. Carregamos o estigma da escravidão e da inferioridade por sermos pretas e mulheres. Somos objetificadas e simbolizadas como exclusivas para o sexo, e não para a assunção de cargos políticos/ empresariais/públicos, para o sexo e não para o protagonismo, para o sexo e não para o casamento. Morremos em partos por falta de anestesia, pois a dosagem que nos é aplicada é menor do que a aplicada em mulheres brancas, pois somos consideradas fortes, de modo que, conforme o discurso comum, “aguentamos mais a dor”. As mulheres negras ainda são as maiores vítimas da violência obstétrica e hospitalar de modo geral, e o estado brasileiro é responsável por isso, quando não faz recortes de raça na saúde pública; quando não trata o povo negro na sua especificidade imunológica e/ou patológica.

Cobramos, nessa instância, às faculdades e universidades do Vale do São Francisco, às secretarias municipais de educação, às secretarias municipais de cultura, às secretarias municipais de diversidade e inclusão, bem como demais órgãos públicos juntamente com movimentos sociais e sociedade civil, que se criem espaços de diálogos, debates e construção de conhecimento em torno das questões de gênero e raça, com vistas a desconstruir a cultura machista, racista e homofóbica que se instalou entre nós e que só enxerga a necessidade de mudança quando a vítima é alguém próximo.

Não é demais lembrar que após o brutal feminicídio de Bruna e Taiane, nós, mulheres, ficamos ainda mais inseguras de sair de nossas casas para o trabalho, para a escola ou para onde quer que seja. Todos os dias pensamos que qualquer dia pode ser uma de nós. Aliás, Bruna e Taiane são uma de nós, um pedaço de nós que todos os dias é arrancado e pouco a pouco nos silencia, humilha, destrata, maltrata e reprime nossas roupas, nossos gestos, nossos jeitos, castrando o que somos em detrimento de nossa segurança e bem estar.

Chega! Queremos sair de nossas casas a qualquer hora para fazer qualquer coisa, sem o medo cotidiano do estupro, do rechaço ou das agressões verbais, psicológicas, financeiras. Continuamos querendo que todos tenham garantidos os direitos humanos nas penitenciárias ou periferias, mas que esses direitos venham atrelados a outros direitos como educação, saúde, moradia, cultura, diversidade. Precisamos conjuntamente construir políticas públicas e pautar um governo para fazer conosco, e não para nós. Nesse sentido, cobramos das autoridades políticas e jurídicas a justiça. Não apenas a justiça punitiva, mas a justiça que antes de punir desenvolve instrumentos de politização, conscientização e educação, sem temer a possibilidade de colaborar para a formação de sujeitos críticos, conscientes e politizados.

Não desistiremos. Não recuaremos. Lutaremos, sim. Lutaremos até que todas sejamos livres.

Mulheres do Vale do São Francisco

Petrolina/PE, 12 de Setembro de 2016.

Em carta, médicos do HU afirmam que pacientes passam por “estado de penúria” e cobram solução das autoridades

Numa carta aberta enviada a este Blog, ortopedistas e traumatologistas do Hospital Universitário (HU) de Petrolina afirmam que os pacientes da unidade passam por “estado de penúria” à espera de cirurgias. A categoria reconhece os esforços da atual administração em tentar minimizar os problemas, mas cobra providências urgentes das autoridades para melhorar os serviços. Caso essas medidas não sejam adotadas o mais breve possível, eles dizem que “medidas rigorosas” poderão ser tomadas pela categoria já nos próximos dias.

Acompanhe a carta na íntegra:

 

Leitor critica frequentes defeitos mecânicos em ônibus de empresa de viação em Juazeiro e alerta autoridades

defeito onibus são luis

Revoltado por conta de mais um problema mecânico num ônibus da empresa de viação São Luiz, em Juazeiro (BA), o leitor Francis Tavares clama por providências e faz um alerta às autoridades. (mais…)

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