O que eles disseram…

Especulações sobre eventual renúncia de Temer apontam senador Jereissati eleito presidente interino

Espalham-se pelas redes sociais, feito rastilho de pólvora, as especulações em torno de uma eventual renúncia do presidente Michel Temer (PMDB). A mais recente dá conta de que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) seria eleito presidente da República no próximo dia 7 de junho, em eleição indireta, pelo Congresso Nacional, após a cassação da chapa Dilma-Temer pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE), no dia anterior.

Esta teria sido a saída negociada e definida pelas lideranças nacionais e o Poder Judiciário para tentar aplacar a mais nova crise política que desmonta o atual governo e ‘emperra’ os projetos de interesse do País. A ideia é que Tasso fique na Presidência até o dia 1º de janeiro de 2019, proceda com mais tranquilidade e equilíbrio as reformas trabalhista, previdenciária e política em curso, e seja sucedido pelo candidato eleito em pleito direto, no dia 3 de outubro de 2018, conforme o calendário eleitoral.

Para que isso aconteça, o Congresso deverá aprovar uma mudança na Constituição, que já faz parte do acordão selado. Tasso é um dos poucos políticos com experiência, maturidade e projeção nacional não atingidos pela Operação Lava Jato. Mas, ao menos por enquanto, tudo ainda está no campo dos boatos. Quem viver, verá. (Foto/arquivo reprodução)

Sem oposição no plenário, Gratificação de Difícil Acesso para secretário escolar é aprovada na Casa Plínio Amorim

 

Colocado de última hora na pauta da sessão da Casa Plínio Amorim desta quinta, 25, o projeto de lei que cria a Gratificação de Difícil Acesso (GDA) para a função de secretário escolar na rede municipal de ensino foi aprovado sem a presença de cinco vereadores da oposição no plenário. O placar foi de 15 votos favoráveis.

A oposição resolveu se retirar por não concordar com o percentual apresentado pelo governo municipal, que reduziu o valor que já é pago a professores e diretores. “Nós tínhamos proposto avaliar melhor e na próxima terça, ouvindo o Sindsemp, por achar que a matéria não atenderia a categoria como deveria. Mas a bancada da situação tem pensado apenas em atender os encaminhamentos do governo”, declarou o líder da oposição, Paulo Valgueiro (PMDB).

A vereadora Cristina Costa (PT) explicou a saída da oposição do plenário durante a votação. “Não iriamos votar numa gratificação que vai de encontro à lei das gratificações já existentes, beneficiando de forma desigual os servidores”, frisou.

Já o vereador Ruy Wanderley (PSC), líder da situação na Casa, disse que o governo precisava regulamentar a gratificação para a função de secretário escolar, que foi criada e estava sem o benefício. “O prefeito Miguel Coelho nos mandou esse projeto porque precisava dessa regulamentação. Somente os secretários escolares ainda não tinham esse benefício dentro da rede municipal de ensino”, comentou Ruy.

Inconstitucionalidade

Walber Lins, presidente do Sindsemp (Sindicato dos Servidores Públicos de Petrolina), indicou que poderá questionar a lei aprovada, alegando inconstitucionalidade. Ele frisou que os valores propostos no projeto de lei aprovado estão irregulares.

Ele frisa que na discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), no ano passado, foram previstos os valores da GDA para secretário escolar, igual ao que já é pago ao quadro, mas o que o governo conseguiu aprovar foi totalmente diferente. “Não vamos antecipar a nossa posição, mas adiantamos que são valores que não condizem com a valorização proposta em nossas discussões. Do jeito que está, o servidor que tem que de deslocar para servir ao município terá que pagar para trabalhar. Ele colocou a inclusão da categoria na lei, mas fora de todas as perspectivas acordadas com a categoria”, destacou Walber.

PSB à parte, Fernando Filho segue rotina no Governo Temer e tem reunião com ministro Mendonça Filho

Indiferente às manifestações de lideranças do PSB, contrárias à sua permanência no Ministério das Minas e Energia, Fernando Filho segue levando sua rotina no comando da Pasta.

Ele esteve em reunião, nesta tarde, com seu colega de equipe no Governo Temer, o ministro da Educação Mendonça Filho. Na pauta, projetos e ações que envolvem os dois Ministérios.

Elismar e Osinaldo avaliam retorno de Alvorlande Cruz ao grupo de FBC; Eles podem ser os próximos

Colegas do suplente  de vereador Alvorlande Cruz (PSL) nas duas últimas legislaturas da Casa Plínio Amorim, os vereadores  Elismar Gonçalves (PMDB) e Osinaldo Souza (PTB) avaliaram nesta quinta-feira, 25, o anúncio do retorno de Alvorlande ao grupo do senador Fernando Bezerra Coelho e do prefeito Miguel Coelho, ambos do PSB. Ambos frisaram que seria um caminho natural do amigo para fortalecer seu projeto político. (mais…)

Executivo envia projeto de Gratificação de Difícil Acesso para secretário escolar da rede de ensino de Petrolina

Entrou na pauta da Câmara de Petrolina na sessão desta quinta (25) o projeto de lei de autoria do Executivo que institui gratificação para a função de secretário escolar da rede municipal de ensino. Segundo o líder do governo na Casa Plínio Amorim, vereador Ruy Wanderley (PSC), o prefeito Miguel Coelho (PSB) concede esse benefício para o cargo que foi criado este ano, com a reforma administrativa do novo governo.

A gratificação vai incidir em cima do número de hora que cada servidor exercer, se 100 ou 200 horas. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Petrolina (Sindsemp), Walber Lins, alegou que o percentual está abaixo do que as categorias da rede já recebem como professores e diretores. Ele diz que poderá pedir a inconstitucionalidade da lei, caso o projeto de lei seja aprovado.

TSE vai extinguir mais de 30 zonas eleitorais em Pernambuco

Uma portaria assinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, deve extinguir mais de 30 zonas eleitorais em Pernambuco. O documento, publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), estabelece que “os tribunais regionais eleitorais deverão extinguir as zonas eleitorais localizadas no interior dos Estados” que não atendam a critérios estabelecidos de acordo com cada região.

O objetivo do corte de zonas eleitorais em todo o País seria a necessidade de enxugar gastos. Para desembargadores dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em todo o país, se a economia esperada for “somente” a da diminuição de servidores, promotores e juízes eleitorais, ela “não se justifica”.

Curioso é que a medida vem na contramão de outras recentes. Há poucos dias o TRE-PE inaugurou em Afogados da Ingazeira o Fórum Eleitoral José Virgínio Nogueira, sede do Polo 18, onde passou a funcionar o Cartório da 66ª Zona Eleitoral. Com o entendimento do TSE, a inauguração pode transformar o prédio em ‘elefante branco’. A grande maioria das cidades do Pajeú, por exemplo, perderá seus cartórios com a medida. A contar do último dia 16, quando a decisão foi publicada, o TRE-PE teve prazo de 30 dias para fazer um estudo de zoneamento e apontar ao TSE quais poderão ser extintas. Ainda não há cálculo de quantos eleitores serão afetados e de quanto será a economia. (Com a colaboração de Anchieta Santos/para o Blog/foto reprodução)

Gonzaga evita comentários sobre apoio de Fernando Filho e FBC ao Governo Temer

Um dos que respaldam a decisão da Executiva Nacional do PSB em se afastar do Governo Temer, o deputado federal Gonzaga Patriota tem se mantido discreto em relação a outros dois socialistas: Fernando Filho e Fernando Bezerra Coelho. Ambos defendem o presidente Michel Temer (PMDB), denunciado na delação premiada do empresário Joesley Batista, proprietário do frigorífico JBS.

Fernando Filho decidiu permanecer à frente do Ministério das Minas e Energia, contrariando a decisão da legenda. Ele e o pai, senador FBC, defendem as reformas propostas por Temer, as quais os socialistas não apoiam. Diante desse clima de mal-estar dentro do partido, Gonzaga, com toda sua experiência, acha que o momento é de não piorar ainda mais a situação e prefere não comentar o assunto.

Ex-vereador Alvorlande Cruz admite retorno ao grupo do senador FBC

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), deverá aumentar, em breve, seu leque de aliados. Um velho conhecido caminha para retornar ao grupo político do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Trata-se do ex-vereador e hoje suplente, Alvorlande Cruz, que na gestão passada havia ido de mala e cuia para a base do então prefeito Julio Lossio (PMDB).

Ontem (24), durante o lançamento da campanha de combate à violência contra a mulher, idealizada por este Blog, Alvorlande (de óculos escuros) teve uma conversa com Miguel, após o evento no Sest/Senat. Juntamente com os vereadores Osinaldo Souza (PTB) e Elias Jardim (PHS), o ‘filho pródigo’ era todo sorrisos ao lado do prefeito. E Alvorlande já mandou avisar que está mesmo voltando ao seu antigo grupo. Detalhe: ele é irmão do atual vereador Aero Cruz (PSB), aliado de primeira hora do senador.

Após protestos de ontem, Câmara Federal aprova seis MPs; Deputados, porém, continuam considerando “insustentável” situação do governo

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (24) seis medidas provisórias, trabalhando em ritmo de normalidade mesmo após a manifestação contra o governo de Michel Temer degringolar em um ato de vandalismo e depredação pelas ruas de Brasília e agravar a crise política. Temer editou, às pressas, um decreto para conter o ato com o apoio do Exército, o que provocou reações acaloradas entre os parlamentares – incluindo brigas, xingamentos e empurra-empurra dentro do plenário.

Após o dia tumultuado, no entanto, os deputados conseguiram aprovar medidas provisórias que aguardavam votação. O resultado foi possível porque a oposição, que nesta tarde chegou a ocupar a tribuna da Câmara para impedir os trabalhos, abandonou o plenário em protesto à presença dos militares nas ruas da capital do país.

Enquanto as matérias avançavam, o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), chegou a brincar: “Desse jeito nós vamos até aprovar a Reforma da Previdência hoje”. Os deputados aprovaram as MPs 759, 760, 761, 762, 764 e 767.

O resultado do plenário, porém, em nada significa que a crise do governo Temer, acuado pelas acusações feitas por delatores do grupo JBS, está prestes a cessar. Deputados, internamente, avaliam que a cada dia a situação do peemedebista no comando do país está mais insustentável. (Fonte: Veja/foto: Luis Bernardo Jr.)

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