Projeto de Integração do Rio São Francisco terá estudo de viabilidade para uso de energias renováveis

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Um estudo de viabilidade para uso de energias renováveis para o Projeto de Integração do Rio São Francisco está em desenvolvimento. Equipes do Ministério da Integração Nacional e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) estão à frente da pesquisa que deve ser entregue até o final de outubro. Através das fontes eólica, solar e hídrica, a intenção é reduzir o consumo de energia elétrica do sistema, que representa cerca de 80% dos custos da operação do empreendimento. Além disso, as energias renováveis são menos poluentes.

De acordo com o Ministério da Integração, depois do estudo concluído é que poderá ser possível colocar em prática a proposta. O material inclui análises das tendências de mercado em fontes renováveis e o levantamento técnico da região, como a geologia e o clima. Estão sendo observados também os custos de investimento e de operação para as novas tecnologias.

Segundo as estimativas feitas, uma planta fotovoltaica de um Megawatt (MW) pode economizar nove milhões de litros de água por ano. Ainda conforme a Integração, as equipes técnicas já produziram dois relatórios de diagnóstico preliminar. Os estudos são profundos porque a obra hídrica atravessa três estados do Nordeste (Pernambuco, Ceará e Paraíba) e passa por 17 cidades. O Projeto de Integração do Rio São Francisco possui 270 quilômetros de linhas de transmissão em alta tensão. (Fonte: Diário de PE)

1 COMENTÁRIO

  1. Toda vez que eu leio esse negócio de energia renovável, eu sinto vontade de vomitar. É sabido por todos que estas fontes além de caras, são ineficientes, e acreditem ou não, causam mais prejuízos à natureza do que a energia nuclear. A energia nuclear é muito mais limpa, segura, barata e eficiente do que estas porcarias politicamente corretas, e logo, logo haverá as usinas de fusão nuclear, ainda mais seguras e eficientes que as atuais usinas por fissão nuclear. Uns 20 Reatores nucleares produzem muito mais energia, com menos custos, ocupando menos espaço, e poluindo menos o ambiente do que centenas de cataventos ou placas solares. O Brasil tem a 5ª maior reserva de urânio do mundo, e está no seleto grupo de países que dominam o enriquecimento de urânio. Portanto chega de gastar dinheiro com essas porcarias de “energias verdes”, o Brasil deve investir maciçamente em reatores nucleares e espalhá-los pelos 4 cantos do país, uns 20 pelo menos, para assim reduzir a nossa dependência das hidrelétricas e termelétricas convencionais, gerando energia limpa, segura, eficiente e barata, além de gerar divisas com a exportação de subprodutos do empobrecimento do urânio. Usem a cabeça senhores planejadores, não a emoção. Energia verde é bonitinho na teoria, mas na prática mas não atende às necessidades do mercado, que demanda por energia limpa, barata e eficiente.

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