Polícia prende em Juazeiro piauiense procurado em três Estados; assassinato de radialista faz parte de sua extensa ficha criminal

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(Foto: Ilustração)

A Companhia Independente de Policiamento Especializado na Caatinga (Cipe-Caatinga) cumpriu, na segunda-feira (17), o mandado de prisão contra Vanderlei Pereira de Andrade, de 35 anos, mais conhecido por ‘Ceará’. Natural de Pimenteiras, no estado do Piauí, ele é suspeito de assassinar a pauladas o radialista Francisco Adão da Silva, conhecido por ‘Adão Sá’, em Valença, também no Piauí. A prisão só foi divulgada hoje (18) pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Escondido em Juazeiro, ele tem extensa ficha criminal que inclui passagens por tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo nos estados da Bahia, Ceará, Piauí e São Paulo, Vanderlei utilizava nomes diferentes em cada estado que residia.

Estávamos em contato com a polícia do Piauí, monitorando Vanderlei. Ele é considerado no Estado um bandido de alta periculosidade”, contou o comandante da Cipe-Caatinga, major Adriano Dias.

Em São Paulo, ele foi flagrado utilizando o nome Wanderley Pereira de Andrade. Já no Ceará vivia como Wanderley Pereira dos Santos. Na Bahia ele foi encontrado em uma residência onde funcionava estabelecimento comercial de venda de cestas básicas.

Homicídio

Vamos junto à Justiça pedir a transferência dele. As informações que temos sobre o homicídio é que ele mantinha uma relação amorosa com o radialista e, em um desentendimento, aconteceu o crime. Aqui no Estado também temos a dubiedade de nomes de Vanderlei. Realizaremos perícias para identificar o seu nome correto”, contou o delegado titular da Delegacia de Valença no Piauí, Maycon Jesus Braga.

Já a coordenadora da 17ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), em Juazeiro, delegada Lígia Nunes, local no qual ele está custodiado, afirmou que Vanderlei possui 11 passagens na polícia. “Ele afirma já ter sido preso aqui em Juazeiro por tráfico de drogas, porém estamos tentando localizar qual o nome ele deu no ato da prisão. Por ser um criminoso com diversos nomes falsos, com certeza acumula mais crimes ainda não identificados”, explicou.

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