No MPPE, pais de Beatriz Mota reclamam de lentidão nas investigações do crime da filha e cobram prisões

por Carlos Britto // 25 de maio de 2017 às 15:04

Após ida às comissões de Direitos Humanos e de Cidadania da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Lúcia Mota e Sandro Romilton – pais de Beatriz Angélica Mota, 7 anos, assassinada brutalmente em dezembro de 2015 durante uma festa no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora (rede privada de Petrolina) – cobraram do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) mais apoio e agilidade no processo.

“Passado um ano, continua o mesmo mistério, o mesmo sigilo. A gente acha que, pelas informações que nós temos, algumas prisões já podem ser feitas”, disse Sandro Romilton.

O casal foi recebido pelo sub-procurador jurídico do Ministério Público de Pernambuco, Clênio Valência, no final da tarde desta quarta-feira, 24, após um protesto organizado em frente ao órgão, na região central do Recife, que teve a presença dos pais da menina, do grupo que apoia a família de Beatriz e demais familiares da vítima. (Foto: Portal Rádio Jornal-divulgação)

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