Leitor critica desrespeito a acesso de pedestres após duplicação da Avenida Sete de Setembro

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As dificuldades encontradas pelos pedestres para circularem pela Avenida Sete de Setembro, após as obras de duplicação, mereceram um desabafo do leitor Caynã Furlaneto. Ele afirma que o espaço destinado aos pedestres está sendo desrespeitado por empresários e caminhoneiros da área.

Confiram:

Estou enviando essa mensagem devido a estar indignado com a situação que irei relatar. Todos os dias vou e retorno andando para o meu trabalho, fazendo assim uma caminhada bem produtiva. Moro no Jardim Amazonas e trabalho na avenida onde se localiza o Sest-Senat. É um absurdo o que é feito conosco, pedestres que têm o direito de ir e vir pelas calçadas em qualquer lugar da cidade. Não sei o que acontece com o prefeito em colocar alguma fiscalização quanto a isso. Estou me referindo à Avenida Sete de setembro.

O que os empresários estão desrespeitando o acesso do pedestres às calçadas é o cumulo do absurdo. Os carros ficam estacionados de tal forma que a maioria das vezes você tem que passar no meio da rua, se arriscando entre os carros que passam na avenida e correndo risco de sofrer um acidente e ser atropelado.

Durante várias vezes na semana pude observar que, não satisfeito com os carros estacionados na calçada impossibilitando a passagem, caminhoneiros estacionam na frente desses carros fazendo com que literalmente os pedestres caminhem no meio da rua. O pedestre tem que ter um local reservado a ele, por lei, para que possa trafegar com segurança e respeito, o que não acontece de forma alguma nessa avenida!

Aí pergunto: cadê a fiscalização quanto a isso? será que realmente a prefeitura nunca observou isso? Se por acaso acontece um acidente ou atropelamento, quem irá ser penalizado? a prefeitura, que fecha os olhos quanto a essa situação, ou os empresários que incentivam esses carros a pararem em local indevido? Fica registrado meu desabafo, e que os órgãos competentes possam verificar essa situação!

Caynã Furlaneto/Leitor

12 COMENTÁRIOS

  1. Vai acabar o ano e essa tal obra que já foi inaugurada, não termina.
    No local do palco da “inauguração” tá iluminado, 50 metros depois escuridão total, canteiros por terminar, vias paralelas sem recapeamento, sem acostamento para ciclistas e pedestres andarem com segurança, um funil na pista central, só se acessa a mesma na rotatória do trevo/Areia Branca ou no posto São Francisco (Ouro Preto).
    E por aí vai…

  2. É a mais pura verdade. O serviço foi mal planejado, e muito pior executado. Foi exatamente do jeitinho brasileiro. Os pedestres não estão sendo respeitados. Quem tem tbm de cruzar a 7 de setembro, tem que o fazer correndo, pois os veículos não respeitam. Eu passo de carro todos os dias e presencio isso.

  3. todos nos sabemos que ficou horrivel aquela obra. so lhe dou um conselho cuidado pra nao ser atropelado porque o prefeito nao vai nem saber quem foi que morreu. na verdade issi ali so fizeram fazer um via de cada lado onde era acostamento.

  4. O RETORNO DA TELEAÇO TÁ UM CAOS, É O CUMULO DA IGNORANCIA E FALTA DE RESPEITO POR PARTE DE CERTOS MOTORISTAS E MOTOCICLISTAS (SE É QUE PODEMOS CHAMAR) QUE NÃO RESPEITAM A SINALIZAÇÃO DA FAIXA. ACHO QUE DEVIA TER MAIS ATENÇÃO POR PARTE DA PRF.

  5. A obra era necessária. Porém, ela tem 2 defeitos graves. O primeiro é a falta de acessos a via, tanto para entrar quanto para sair. O outro, é a falta de um local adequado para transito dos pedestres e ciclistas. É algo que não é dificil de resolver e que não consigo entender a demora pra solucionar isso.

  6. Vejo a algum tempo a população reclamando dessa obra, mas ninguém da uma resposta satisfatória. Acho inclusive que o Blog deveria entrar em contato com o prefeito e relatar as principais reclamações da população e questioná-lo a respeito das soluções necessárias.

  7. O pedestre não tem vez de jeito nenhum. Estive ontem no ponto de ônibus em frente à Canteiro de Obras e observei que o pedestre não tem como atravessar a avenida, passar para o outro lado. Só se tiver agilidade no corpo para pular a parede que divide a pista.

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