Fortalecido após eleições 2018, Miguel Coelho deve enfrentar oposição cerrada para 2020

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Foto: Ascom/divulgação

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), nem bem terminou de apoiar seus candidatos nas eleições deste ano, já precisa se preparar para a próxima: sua campanha à reeleição em 2020. Se ele saiu fortalecido com a vitória dos seus irmãos Fernando Filho (DEM) e Antônio Coelho (DEM) – um reeleito à Câmara Federal e o outro eleito à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) –, Miguel também terá uma oposição à altura.

Isso porque os perdedores desse pleito, Julio Lossio, Odacy Amorim (PT) e Adalberto Cavalcanti (Avante) poderão se unir para derrotar Miguel. Ou não. Adalberto, por exemplo, pode muito bem focar em sua terra-natal, Afrânio, como este Blog já divulgou.

Restam Odacy e Lossio. Caso tentem candidatura próprias, as chances de se darem bem são pouco prováveis, já que saíram enfraquecidos. Tem ainda Lucas Ramos (PSB), que sonha em ser prefeito de Petrolina e foi um dos poucos que teve sua quantidade de votos aumentada em relação a 2014. Vamos ver o que vai acontecer.

11 COMENTÁRIOS

  1. Eu queria saber de onde você tirou a ideia de que Miguel Coelho saiu fortalecido das eleições? Mostre matematicamente. A verdade é que F Filho perdeu muitos votos e Toinho quase não entra. Vamos ser sinceros ao escrevermos. Iutra verdade é que tudo sinaliza que Miguel será um prefeito de um mandato só. Calcularam errado e a conta será acertada em 2020.

  2. É fato que o Fernando Filho e António Coelho conseguiram respectivamente ser reeleito e eleito, mas a verdade é que conseguiram com uma votação muito abaixo das projeções feitas.
    Mesmo ficando como suplente a meu ver quem sai fortalecido é Odacy Amorim que foi maioritário e ainda conseguiu com que sua esposa fosse eleita.
    E além do mais deve ser um super secretário de Paulo Câmara ou até mesmo assumir como deputado federal.

  3. Fortalecido na cabeça do depto. de marketing do prefeito, o irmão mais velho perdeu mais de 10 mil votos, e o mais novo entrou na “raspa”. Contra a matemática não há argumentos. 2020 vai depender do futuro presidente e de Paulo Câmara, e suas respectivas políticas de gastos. Ah e ainda tem a decisão judicial de Curitiba, que pode jogar um belo balde de lama na imagem da família.

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