Audiência pública discute em Petrolina possibilidade de beneficiar famílias sem moradias com unidades do ‘Minha Casa Minha Vida’

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Crédito da foto: Jean Brito/CMP divulgação

Com um plenário da Casa Plínio Amorim lotado, ao contrário do que se viu no debate sobre o tempo na fila das agências bancárias, a audiência pública realizada na manhã desta sexta-feira (13) abordou detalhes do Programa ‘Minha Casa Minha Vida’. O foco foi, sobretudo, os cidadãos ainda sem moradia em Petrolina.

De acordo com o vereador Ronaldo Silva (PSDB), que propôs a audiência, um levantamento solicitado por ele junto aos órgãos competentes do município apontou nada menos que 3 mil imóveis prontos para serem ocupados legalmente ou que foram invadidos, vendidos ou trocados. Diante desse cenário, ele convocou a audiência com o objetivo de destinar essas moradias a quem realmente está precisando.

Ronaldo justificou que Petrolina foi o município brasileiro que mais construiu unidades do ‘Minha Casa Minha Vida’ – pelo menos 15 mil. No entanto, ele considera inadmissível um número tão elevado de imóveis que poderiam ter outro destino. “A gente convidou o superintendente da Caixa, do Banco do Brasil, o secretário de Habitação para fazer um destrato com aquela pessoa que vendeu e um contrato com quem mora no imóvel, porque se a pessoa está morando é porque precisa”, pontuou.

O vereador disse ainda que a intenção é fechar o cerco contra os especuladores e incluir numa espécie de ‘lista negra’ as pessoas que compraram uma moradia e a venderam ou trocaram. Estas, segundo ele, não deverão mais participar de nenhum sorteio de programas habitacionais de Petrolina.

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